quinta-feira, 28 de junho de 2012

A Sustentabilidade do Tradicionalismo Gaúcho (2º Aparte)


No 1º aparte falamos do conceito de sustentabilidade e dos e ”esteios” do galpão do tradicionalismo, que a nosso ver, representa o movimento tradicionalista gaúcho. Neste 2º aparte vamos falar das “estruturas” e “telhas” do galpão (ver figura), bem como tentar responder as duas questões colocadas no 1º aparte. 


As “estruturas” do galpão, encravadas nos ”esteios”, dão o embasamento e suporte necessários à realização das “atividades”. Podemos dizer que podem ser simples ou complexas, acho que mais complexas do que simples, pois atuam em cenários diferentes e nem sempre são bem aceitas, como deveria ser e era de se esperar. Poderíamos compará-las a placas de sinalização de uma estrada, com as indicações dos caminhos e dos perigos e riscos de não obedecê-las. Estas estruturas também se sujeitam ao tempo, às mudanças, sofrem desgastes naturais, envergam, empenam, descascam, mas os defensores do tradicionalismo autêntico (sem genéricos), sempre a postos, não as deixam ceder e provém sua manutenção constante. 


Por fim, para cobrir o galpão, as “atividades” completam o que podemos chamar de “sistema do tradicionalismo”. Em tese pode-se dizer que são os produtos gerados pelo tradicionalismo, pois na verdade são mais visíveis, tanto para os tradicionalistas como aos simpatizantes do movimento, governos, imprensa, mídia, e demais pessoas e entidades não tradicionalistas. Se de um lado tem certo grau de liberdade, por estarem em cima do galpão, de outro, pela exposição (sol, chuva, frio, calor, ventos, etc.), sofrem maiores desgastes (críticas, reclamações, restrições, discórdias, recursos, até brigas). 


Terminado o “galpão”, sem a pretensão de que esteja totalmente pronto, porque necessária sua manutenção preventiva, contínua e permanente (principalmente dos “esteios” e “estruturas”), vamos às respostas das questões inicialmente formuladas.






(i) O conceito de sustentabilidade pode ser aplicado ao tradicionalismo gaúcho? Pode e deve, por ter a preocupação não só com as necessidades do presente, mas por compromete-se com o atendimento das mesmas necessidades das gerações futuras. Em outras palavras este conceito está implícito/explícito, entre outros, na Carta de Princípios (Objetivo VII) e na Tese de Barbosa Lessa, “O sentido e o valor do tradicionalismo” (E graças à Tradição, essa cultura se transmite de uma geração a outra, capacitando sempre os novos indivíduos a uma pronta integração na vida em sociedade). Entretanto, conceitos e práticas nem sempre convergem na mesma direção. Se o conceito de sustentabilidade é bastante abrangente (e é), deve ser entendido se aplicado junto com as práticas, sob pena de se ter problemas (e tem) com os “esteios”, “estruturas” e “telhas”, que aos poucos vão envergando (ex.: concessões), se deteriorando (ex.: faltam os pilas pra manter), e pode levar o galpão abaixo. 


(ii) O tradicionalismo gaúcho atende aos quatro requisitos básicos para um empreendimento humano ser sustentável e/ou ter sustentabilidade? (ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito). Poderíamos aqui tratar extensivamente de cada requisito e até do que seja empreendimento humano, em aderência ao tradicionalismo gaúcho, mas não é o caso. Quanto a ser um empreendimento humano e no tocante aos requisitos de socialmente justo e culturalmente aceito, nos parece que não restam dúvidas. Não significa dizer que está tudo bem e não há nada a fazer. Quanto a ecologicamente correto, muitas ações precisam ser desenvolvidas (assim como em toda a sociedade), principalmente no que diz respeito à conscientização e consciência ecológica. Essa preocupação deve ser constante e motivo de programas contínuos das entidades tradicionalistas, ou o “comprometimento com o atendimento das mesmas necessidades das gerações futuras” restará prejudicado. No tocante ao requisito economicamente viável, de pronto não é possível afirmar se o movimento o é como um todo. Não há dados e/ou informações que possam subsidiar qualquer afirmação. Pelo que se sabe, através de informações de companheiros, os pilas nas guaiacas da grande maioria das entidades andam escassos. Nesse sentido, há um longo trabalho a ser feito, entre outros, pesquisa do potencial econômico e financeiro do movimento a nível nacional (patrocinada pela CBTG) e providências quanto à organização das entidades tradicionalistas para captação de verbas públicas. 


Gostaríamos de continuar, porém, a limitação de espaço e palavras, nos obriga a tecer as considerações finais:

(i) todo “galpão” está sujeito aos desgastes naturais pela ação do tempo (mudanças), por isso a vigilância sempre atenta e a manutenção contínua;


(ii) é primordial o planejamento para a execução e controle de ações que visem alcançar/melhorar os quatro requisitos da sustentabilidade;


(iii) por fim, a sustentabilidade do tradicionalismo gaúcho é determinante para a imagem e continuidade do movimento, para que continue sendo esse fenômeno antropológico, único no mundo na opinião de muitos estudiosos, que tem identidade própria e resiste bravamente a todos os modismos e influências multiculturais. Se antes a resistência era em defesa de princípios de justiça, igualdade, liberdade, humanidade, e o sangue foi derramado por direitos e respeito, hoje, sem guerras, sempre buscando o entendimento e a paz, é em defesa da cultura gaúcha. Não mudou nem nunca mudará nossa Bandeira, quem sabe o gaúcho vai mudando (se adaptando) apenas a forma de balançá-la aos quatro ventos.

Postado por Rogério Bastos às 13:38

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Chama Crioula do RS tem Logomarca



O idealizador foi Altair Wachholz - venâncio-airense, que procurou dar enfoque especial a erva-mate, a cuia e os cavalarianos, salientando as cores da Bandeira do RS

Fonte:  Beatriz Colombelli
A Folha do Mate
Postado por Rogério Bastos às 10:16

domingo, 24 de junho de 2012

MS - Novas Prendas e Peões asuumem


Postado por Rogério Bastos às 18:03
Marcadores: MTG MS

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Sustentabilidade do Tradicionalismo Gaúcho - Parte I

Por Francisco Fighera

Uma palavra muito em voga nos últimos anos e especialmente nos dias de hoje é a tal de “sustentabilidade”. O termo "sustentável" vem do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Embora uma palavra com muitas primaveras no dicionário, ganhou o mundo no relatório “Nosso Futuro Comum” (ou Relatório Brundtland, publicado em 1987), da Primeira Ministra da Noruega, à epoca, Gro Harlem Brundtland, que chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, indicada que foi pela ONU, e que cunhou o conceito de desenvolvimento sustentável como sendo "o atendimento das necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades".

Diz-se que são quatro os requisitos básicos para um empreendimento humano ser sustentável e/ou ter sustentabilidade: tem que ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Mas o dito conceito foi além e hoje se aplica a organizações (privadas, públicas, recreativas, culturais, associativas com e sem fins econômicos, etc.), de todos os segmentos (indústria, comércio, serviços, agricultura, pecuária, etc.) e também é muito conhecido na política, artes, cultura, educação, medicina, veterinária, etc. É só abrir os jornais e revistas e lá está ela estampada em mais de uma página, com todas as letras. Nos noticiários, entrevistas, reportagens, seja no rádio ou na televisão, está sempre presente. Nos discursos políticos, então, nem se fala, é cansativamente repetida. No campo da gestão é a palavra da moda. Há muitas publicações na internet sobre a sustentabilidade no cinema, no teatro e até na música infantil (“Fórum Social Infantil trabalha sustentabilidade de maneira lúdica”. Aconteceu no Rio Grande do Sul, em janeiro de 2012). No “VIII Encontro da Juventude Tradicionalista da CBTG”, realizado em Florianópolis em 2009, uma palestra sobre a "Sustentabilidade Econômica do Movimento” chamou muito a atenção dos jovens.

Duas questões aqui se colocam: (i) O conceito de sustentabilidade pode ser aplicado ao tradicionalismo gaúcho?  (ii) O tradicionalismo gaúcho atende aos quatro requisitos básicos antes mencionados?

Não é muito simples responder a essas questões, de pronto, numa primeira tenteada, e é preciso ter muito cuidado com as reflexões e/ou afirmações, pois envolvem muitas variáveis. De outro lado, não tem este chasque o objetivo de esgotar o assunto, por isso, 1º Aparte.

Vejo o tradicionalismo gaúcho sob a forma de um “Galpão de CTG”, como mostra a Figura, alicerçado sobre “Esteios Fundamentais”, que são a “FAMÍLIA” e “GRUPO LOCAL” (responsáveis pela preservação e transmissão da herança social, como queria Barbosa Lessa), e a “TRADIÇÃO” (o amor e culto à terra, ao pago... que vem da alma). Esses pressupostos podem ser considerados (são) a essência da existência e continuidade do tradicionalismo. Pode-se dizer que são como o sol, o ar, a água, a terra, o mar, elementos da natureza que nem se percebe que existem, mas estão sempre ali, e se não mais existissem logo se notaria sua falta e lhes seria atribuído o valor que realmente tem. Esses “pilares”, apesar de fortes e resistentes como o cerne, podem sofrer e sofrem desgastes naturais. Não envelhecem com o tempo, mas tem que se adaptar às mudanças, até porque essas são as únicas coisas realmente estáveis.

Também os esteios (ou pilares) tem que suportar outras “estruturas” (Organizacional, Institucional, Moral, Cultural, Econômica e Financeira), como os vigamentos, travessas, caibros, taboas, vergas, ripas, forro, tesouras, que mantém esse Galpão de pé, para que bem ao alto tremule a Bandeira da Liberdade, Igualdade, Humanidade.
Por outro lado, aquelas “estruturas” sustentam as “telhas” do Galpão, consideradas aqui as diversas atividades a que se destina o tradicionalismo (Campeira, Artística, Esportiva, Recreativa, Cultural, Social).

Das “estruturas” e das “telhas” do Galpão vamos falar no 2º Aparte, pois a prosa é um pouco mais longa. Então poderemos responder as duas questões inicialmente colocadas, sabendo-se que uma coisa é certa: as respostas passam necessariamente pelas pessoas.
Postado por Rogério Bastos às 07:33

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Reunião da CBTG


Senhores membros da Diretoria da CBTG (que residem no Rio Grande do Sul),

 Convoco a todos para a reunião ordinária da CBTG a ser realizada no dia 19 de junho de 2012, às 14 horas, na Sede da CBTG – Rua Upamoroti, 1006 – Bairro Cristal em Porto Alegre.

 Os vice Presidentes estão, igualmente, convidados mas se não puderem comparecer, face a distância, encaminharemos comunicação a respeito do que for tratado. Sugiro, inclusive, que naquele dia 19, a partir das 14 horas, estejam os Vice Presidentes (Francisco e Rogério) e mais a Diretora Loiva, conectados conosco através do Skype.
Conto com a presença dos amigos

  
Saúde e paz.
Manoelito C. Savaris
Presidente da CBTG
Postado por Rogério Bastos às 07:37

domingo, 3 de junho de 2012

Nilza Lessa é Patrona dos Festejos Farroupilhas do RS


Quase completando 80 anos, natural de Santana do Livramento, onde nasceu em 1932, Nilza Lessa, viúva do saudoso Barbosa Lessa, mais uma vez vai fazer história. Nilza será a 1ª mulher homenageada com o título de Patrona dos Festejos Farroupilhas do Rio Grande do Sul. A proposta foi colocada na reunião do dia 16 de maio, da Comissão Estadual dos Festejos Farroupilhas e aprovada por unanimidade.

Nilza conheceu Barbosa Lessa no 3º Congresso Tradicionalista Gaúcho, no Clube Farroupilha, na cidade de Ijuí, em 1956, quando foi designada, juntamente com outras duas professoras, para acompanhar o Congresso. Naquela época, acontecia o baile do evento, e eles, depois de se conhecerem, marcaram o encontro para a noite festiva. As moças ficavam hospedadas em casas de famílias, como era de costume nos Congressos pelo interior: "O Henrique Cesar, primo do Lessa, que era de Pelotas, tirou a Maria Inês pra dançar mas precisava de mais uma moça, pois era o Chote de duas damas. Depois ficamos na mesa conversando" - recorda Nilza.

Naquele ano de 1956 ficou a promessa de casamento para dali há 4 anos, pois também seria bissexto. Lessa foi para São Paulo e Nilza para Uruguaiana. Os anos se passaram e, a comunicação era precária, mas em novembro de 1959 eles noivavam e, em 1960, conforme a promessa, casaram. Passaram a lua-se-de-mel no Rio de Janeiro e rumaram para trabalhar em São Paulo, onde trabalharam em produção de televisão.

Nilza foi professora, produtora de TV, de Festas e eventos, Gerente da Churrascaria do 35 CTG e teve uma loja de artigos gauchescos nos abrigos da praça XV para atender os turistas que vinham à capital. Hoje, Nilza mora em Porto Alegre, num apartamento com uma linda vista para o Guaiba e o pôr do sol. Sua casa é repleta de costuras, bichinhos de pano, quadros, colchas em patchwok (retalhos), e a arte que sempre acompanhou a sua vida. Aos 80 anos recebe o premio que reconhece sua trajetória.
Postado por Rogério Bastos às 20:02
Marcadores: MTG RS

terça-feira, 29 de maio de 2012

E o Rio Grande tem novas prendas estaduais


Categoria Mirim
3ª prenda mirim - Maitê Lorenzoni Antonini - CTG Galpão da Boa Vontade - 17ªRT - Palmeira das Missões
2ª prenda mirim - Aluisie Picolotto - CTG Galpão da Saudade - 11ªRT - Serafina Correa
1ª prenda mirim - Luana Raquel Wojciechowski- CTG Familia Nativista - 18ªRT - Caçapava do Sul

Categoria Juvenil
3ª prenda Juvenil- Nathália Rodrigues - CTG Darci Fagundes - 1ªRT - Guaiba
2ª prenda Juvenil- Veronica Lorenset Padoin - CTG Tropeiros do Buricá - 20ªRT -Tres de Maio
1ª prenda Juvenil- Amália Pletsch- CTG Gaudério Serrano - 11ªRT - Bento Gonçalves

Categoria Adulta
3ª prenda  Adulta - Erika Martina Benevenute Lopes - CTG Cancela da Fronteira - 10ªRT - São Vicente do Sul
2ª prenda  Adulta -  Gabriela Ertel Heinen - CTG Rancho da Amizade -3ªRT - Santo Cristo
1ª prenda  Adulta -  Raquel  Pinheiro Pereira - CTG Fronteira Aberta - 18ªRT - Santana do Livramento

O evento ocorreu em Passo Fundo, 7ª Região Tradicionalista, de 24 a 26 de maio. Completou, com o concurso, a 42ª Ciranda Cultural de Prendas. Há exatos 32 anos que a 18ª RT não colocava uma primeira prenda adulta do estado. E a volta foi triunfal, 1ª Prenda Adulta e 1ª Prenda Mirim do RS.
Postado por Rogério Bastos às 21:23
Marcadores: MTG RS

Planalto Central tem novas prendas e peões


No último fim de semana, a Federação Tradicionalista Gaúcha do Planalto Central compareceu em peso ao CTG Nova Querência de Buritis – MG. Juntamente com o grande Rodeio Crioulo da entidade foi realizado o Concurso de Prendas e Peões Tropeiros do Planalto Central.

As atividades se iniciaram na noite de sexta-feira com uma reunião de recepção, sorteio da ordem de apresentação e para que os concorrentes conhecessem a Comissão Avaliadora. Na sequência, foram aplicadas as provas escritas que, pela primeira vez, além da bibliografia das demais edições, cobrou conteúdo referente à “História da FTG-PC”.

Tivemos a honra de contar com a presença da Diretora Cultural da CBTG, Mariana Graziela Mallmann, grande tradicionalista que conserva ainda hoje as virtudes de uma grande 1ª Prenda. Além disso, demonstrou que tem tudo para fazer um grande trabalho à frente do Departamento Cultural da CBTG, já que guarda um carinho muito especial pelos concursos de prendas e peões e, mais do que isso, conhece muito bem a realidade da nossa Confederação. A convite da Diretora, contamos ainda com a presença de dois querido amigos da Federação, Willian Varela e Márcia Gusi que trabalharam juntamente na avaliação das provas orais e artísticas e se dispuseram, com a prontidão de sempre, a ir além da avaliação, mas cumprir com orientações à nossa gurizada.

A comissão de avaliadores campeiros, sob a responsabilidade do Departamento Campeiro da FTG-PC também foi honrada com a presença de um diretor nacional, mas desta vez, prata da casa, Antônio Ademar dos Santos, Diretor Campeiro da CBTG, orgulho do Planalto Central. Ao seu lado trabalharam nosso Diretor Campeiro, César Sandri, e Rafael Minetto, três grandes campeiros da nossa Federação que figuraram como exemplos aos nossos novos peões, estimulando, incentivando e orientando, com toda a paciência e responsabilidade que são necessárias na formação de nossos pequenos tradicionalistas.

No sábado pela manhã tiveram início as provas orais em que os concorrentes foram avaliados quanto à sua vivência tradicionalista, desenvoltura e expressão. Na sequência, foram executadas as provas de artesanato, culinária, artísticas e campeiras.

À noite, após um autêntico jantar italiano realizado pelo CTG Nova Querência houve a entrega dos resultados, que se deu da seguinte maneira:

1ª Prenda Mirim: Emily Cristina Bajerski – CTG Sinuelo dos Gerais, 2ª RT.
2ª Prenda Mirim: Alice de Souza – CTG Estância Gaúcha do Planalto, 1ª RT.
3ª Prenda Mirim: Maria Rita Taborda Fioravante – CTG Nova Querência (Buritis), 2ª RT.

1ª Prenda Juvenil: Fabíola Zoboli – CTG Nova Querência (Cristalina), 1ª RT.
2ª Prenda Juvenil: Lara Radis – CTG Estância Gaúcha do Planalto, 1ª RT.

1ª Prenda: Letícia Pinheiro- CTG Estância Gaúcha do Planalto, 1ª RT.
2ª Prenda: Leidiane Krein – CTG Sinuelo dos Gerais, 2ª RT
3ª Prenda Daniely Martins – CTG Nova Querência (Cristalina), 1ª RT.

1º Peão Tropeiro Mirim: Carlos Eduardo Taborda Lottermann – CTG Nova Querência (Buritis), 2ª RT.
2º Peão Tropeiro Mirim: Rafael Basso – CTG Sinuelo dos Gerais, 2ª RT.
3º Peão Tropeiro Mirim: Hussein Nasser – CTG Estância Gaúcha do Planalto, 1ª RT.

1º Peão Tropeiro Juvenil: Paulo Henrique Fioravante – CTG Nova Querência (Buritis), 2ª RT.

1º Peão Tropeiro: Delano Sippert – CTG Nova Querência (Cristalina), 1ª RT.

Domingo pela manhã, foi ministrada pela Diretora Cultural da CBTG uma palestra sobre Indumentária Gaúcha. Na parte da tarde, os trabalhos foram encerrados com a reunião do Departamento Jovem da FTG-PC, conduzida por seus diretores – Letícia Lucas Pinheiro e Caiã Fontana, agora com as novas primeiras prendas e primeiros peões da Federação.

O Departamento de Cultura e Tradições da FTG-PC sente-se muito honrado em poder contar com essa gurizada na nossa Federação. Não há dúvidas de que esta será uma das melhores gestões de prendas e peões da Federação, pela qualidade de cada um deles!

Roberta Fontana
Diretora Cultural da FTG-PC
Enviado por: Mariana Mallmann
Postado por Rogério Bastos às 21:07

sexta-feira, 25 de maio de 2012

CBTG 25 anos


Há 25 anos, nos dias 23 e 24 de maio de 1987, na cidade Ponta Grossa (PR), companheiros dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, irmanados e munidos do mesmo espírito, princípios, ideais e consciência tradicionalista, bateram estribos pela institucionalização de uma entidade do tradicionalismo gaúcho, a nível nacional, hoje mundial, idealizaram e criaram a Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha.

Nosso reconhecimento e homenagem a esses precursores e a todos os Presidentes e demais membros das Diretorias, Conselhos, Prendas e Peões, Ordem dos Cavaleiros, que compuseram e compõem a CBTG, nessa tropeada de 25 anos.

Aos que se foram, que o Patrão Maior e a Primeira Prenda do Céu lhes tenha reservado um lindo lugar na Estância Eterna.

Na busca contínua da consciência que move o verdadeiro tradicionalismo gaúcho, nossa saudação e respeito aos tradicionalistas de todas as querências.

Francisco Carlos Fighera
2º Vice Presidente da CBTG
Postado por Rogério Bastos às 11:22

terça-feira, 22 de maio de 2012

PRENDAS E PEÕES DO MTG/SC – 2012/2014



Aconteceu no dia 18/05/2012 nas dependências do CTG HERANÇA GAÚCHA na cidade de Chapecó -SC (12 RT MTG-SC) o 18º CONCURSO ESTADUAL DE PRENDAS E O 13º CONCURSO PEÕES BARRIGA VERDE. O evento foi presidido pelo diretor artístico do MTG-SC LUIZ HENRIQUE DA SILVA, tendo a responsabilidade da organização da vice – coordenadora artística da 12 RT e prenda veterana da CBTG SUZANA SONAGLIO XAVIER e da prenda adulta do MTG-SC e da CBTG ELIS REGINA BURGEL, com o apoio da coordenadoria artística da 12 RT e do CTG Herança Gaúcha.


Atuaram nas comissões avaliadoras das provas escritas, artísticas, pastas e campeiras as seguintes pessoas; LECY T.P.O. SOUZA, CELIVIO HOLZ, ADYVA HOLZ, SÉLIO HACK, VALCIOLI XAVIER, EDINÉIA PEREIRA DA SILVA, MÁRCIA BARBOSA DO AMARAL, SUZANA XAVIER e LUIZ HENRIQUE DA SILVA  todos os jurados/avaliadores credenciados e com os cursos exigidos pelos regulamentos do MTG-SC. Participaram dos concursos 28 candidatos.


Também se fizeram presentes no evento,o Sr ORIDES LUIZ POMPEO, vice presidente do MTG-SC, VALCIOLI XAVIER, patrão do CTG anfitrião do evento, AMÉRICO DO NASCIMENTO JUNIOR, presidente da câmara de vereadores de Chapecó, LUIZ HENRIQUE DA SILVA, diretor artístico do MTG-SC, SUZANA XAVIER, coordenadora do evento e JOSÉ LUIZ CARAMORI, prefeito de Chapecó.


Após os pronunciamentos, aconteceu a despedida do prendado 2012-2012 do MTG-SC onde se pronunciaram os peões veterano SÉLIO HACK e o peão adulto ODAIR CARMINATI, com a prenda adulta ELIS REGINA BURGEL encerrando a solenidade de despedida e desejando sucesso ao novo prendado.


Após isto, foi iniciado o concurso com a realização das PROVAS ESCRITAS, e servido jantar aos participantes e acompanhantes. O Concurso reiniciou no sábado dia 19 as 08 h com a realização das demais atividades, as provas artísticas, campeiras, entrevistas, amostras das pastas, etc.
As 18:30 h encerraram-se as atividades, e após a conferência de todas as provas, as comissões avaliadoras oficializaram os seguintes resultados:



1ª PRENDA VETERANA: SILVANA LUIZINHA DA SILVA - CTG JUCA RUIVO - MARAVILHA SC - 13ª RT.
2ª PRENDA VETERANA: IRLEI CARDOSO - CTG HERANÇA GAÚCHA - CHAPECÓ SC - 12 RT.
3ª PRENDA VETERANA: IRACI CLAUDETE FÁVERO - CTG: ESPELHO DA TRADIÇÃO - XANXERÊ SC - 12ª RT.


1ª. PRENDA ADULTA: ALINE CRISTINA BURGEL - CTG HERANÇA GAÚCHA – CHAPECÓ SC - 12ª RT.
2ª PRENDA ADULTA: DEYSE MASCARELO - CTG: VAQUEANOS DO OESTE - CHAPECÓ SC - 12ª RT.
3ª PRENDA ADULTA: FRANCINE MOTTA ROCHA - CTG: VALE DA AMIZADE - CRICIÚMA SC- 6ª RT.


1ª PRENDA JUVENIL: NATÁLIA SOUZA - CTG: HERANÇA GAÚCHA - CHÁPECÓ SC - 12ª RT.
2ª PRENDA JUVENIL: ANA LETÍCIA BODANESE - CTG: ESPELHO DA TRADIÇÃO - XANXERÊ SC - 12ª RT.
3ª PRENDA JUVENIL: MARJANA DA SILVA - GRUPO DE TRADIÇÃO E CULTURA OS GUAPOS - FLORIANÓPOLIS SC - 7ª RT.


1ª PRENDA MIRIM: JÉSSYCA LAÍZE SILVA DE OLIVEIRA - CTG JUCA RUIVO - MARAVILHA SC - 13ª RT.
2ª PRENDA MIRIM: LUANA VARELA DA SILVA - CTG ANITA GARIBALDI - LAGES SC - 1ª RT.
3ª PRENDA MIRIM: TALITA ANHALT - GRUPO DE TRADIÇÃO E CULTURA OS GUAPOS - FLORIANÓPOLIS SC - 7ª RT.


1º PEÃO BARRIGA VERDE VETERANO: VALDENIR ZAMBONI - CTG: HERANÇA GAÚCHA - CHAPECÓ SC - 12ª RT.
2º PEÃO BARRIGA VERDE VETERANO: NELSON KROMBAUER - CTG: COXILHA DO QUERO QUERO - CHAPECÓ SC - 12ª RT.


1º PEÃO BARRIGA VERDE ADULTO: JOELSON PAZINATTO - CTG: HERANÇA GAÚCHA - CHAPECÓ SC - 12ª RT.
2º PEÃO BARRIGA VERDE ADULTO: MARCELO VITTO - CTG: VALE DA AMIZADE - TURVO SC - 6ª RT.


1º PEÃO BARRIGA VERDE JUVENIL: ERICKS HENRIQUE TESTA - CTG: PORTEIRA DO PINHAL - PINHALZINHO SC - 12ª RT.
2º PEÃO BARRIGA VERDE JUVENIL: MAURICIO CORADIN - CTG: QUERÊNCIA FARROUPILHA - ABELARDO LUZ SC - 12ª RT.
3º PEÃO BARRIGA VERDE JUVENIL: EDUARDO GONSALVES - CTG: VALE DA AMIZADE - TURVO SC - 6ª RT.


1º PEÃO BARRIGA VERDE MIRIM: LUCAS BORGES - CTG: HERANÇA GAÚCHA - CHAPECÓ SC - 12ª RT.
2º PEÃO BARRIGA VERDE MIRIM: GABRIEL GRANDO - CTG HERANÇA GAUCHA - CHAPECÓ

Fonte: Site 
do MTG SC
Postado por Rogério Bastos às 15:58
Marcadores: MTG SC

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Calendário de Eventos do MTG-AO



08, 09 e 10/06 – Rodeio Crioulo do Piquete de Laçadores Roima – Vale do
Anari/RO – Seletiva Estadual.
22, 23 e 24/06 – Rodeio Crioulo do CTG Sinuelo do Norte – Vilhena/RO –
Seletiva Estadual.
29, 30/06 e 01/07 – Rodeio Crioulo do Piquete de Laçadores – Vale do Jamari –
Ariquemes/RO – Seletiva Estadual.
30/06/2012 – Convenção Tradicionalista do MTG-AO - CTG Querência Nova –
Ariquemes/RO.
10, 11 E 12/08 – Rodeio Crioulo do Piquete de Laçadores Cabriúva –
Corumbiara/RO – Seletiva Estadual.
13, 14, 15 e 16/09/2012 – Início dos Festejos Farroupilhas do MTG-AO –
Ariquemes/RO.
21, 22 e 23/09 - 16º Rodeio Crioulo Nacional do CTG Tio Marquinhos –
Ariquemes/RO.
12, 13 e 14/10 – Rodeio Crioulo do CTG Hélio Ronsoni – Buritis/RO – Seletiva
Estadual.
12, 13 e 14/10 – FEGAMO – Festival Gaúcho da Amazônia Ocidental – CTG
Ronda Criola – Porto Velho/RO.


Presidente do MTG-AO: Jaime Valentin Morgan
Ariquemes – Rondônia
Email: jmorgan@brturbo.com.br  -  

Postado por Rogério Bastos às 14:18
Marcadores: MTG AO

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Jataí (GO) - Sede da Festa Nacional em 2013


Em reunião do Conselho Diretor da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), realizada no dia 1º de maio, no CTG Estância Gaúcha do Planalto, em Brasília-DF, foi escolhida a cidade de Jataí/GO para sediar o Rodeio Nacional de Campeões, FENART e Jogos Tradicionalistas de 2013, a realizar-se nos dias 18 a 21 de julho.

Logo após a definição do local, o 1º Vice-Presidente da FTG-PC Antonio Ademar dos Santos foi convidado pelo Presidente Manoelito Savaris para assumir a Diretoria Campeira da CBTG.
Postado por Rogério Bastos às 18:54
Marcadores: FENART

domingo, 29 de abril de 2012

Inspeção para Rodeio Nacional de Campeões

O Presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, Manoelito Carlos Savaris, viajou acompanhado de membros da Diretoria da CBTG para inspecionar os locais candidatos a sediar o Rodeio Nacional de Campeões, Jogos Tradicionais e o FENART. 


Jataí (GO) e Sorriso (MT) foram os candidatos à sediar os eventos em 2013.


Paulo Lindner, Tesoureiro da CBTG, mandou informações via facebook,:


"A Diretoria da CBTG teve uma recepção acalorada pelos integrantes do CTG Recordado os Pagos. Um baita jantar acompanhado de uma tertúlia com os talentos do próprio CTG. Agradecemos o carinho."



Postado por Rogério Bastos às 07:09

domingo, 22 de abril de 2012

Cinquentenário do CTG Fronteira Campobelense - SC

No dia 21 de abril o Presidente da CBTG, Manoelito Savaris, e sua esposa Odila Paese Savaris, prestigiaram a festividade comemorativa do cinquentenário de existência do CTG Fronteira Campobelense do município de Campo Belo do Sul em Santa Catarina.

No evento estavam presentes, também o Secretário de Estado da Cultura, Turismo e Esporte de Santa Catarina, o Deputado Estadual Reno Caramori e o vice-presidente do MTG-SC Orides Pompeo.

Prestigiaram o evento várias entidades tradicionalistas com seus quadros de laçadores que realizaram uma bela integração

A Diretoria da CBTG Parabeniza aos integrantes do CTG aniversariante e ao MTG de Santa Catarina, em nome do Patrão Osni Antunes.
Postado por Rogério Bastos às 21:45

terça-feira, 17 de abril de 2012

No Paraná, aos 50 anos, CTG ainda conquista novas gerações

Centro de Tradições Gaúchas 20 de Setembro, o primeiro criado fora do Rio Grande do Sul, mantém viva tradição até entre os não-gaúchos


É noite de quinta-feira, véspera de feriado. Para muitos jovens esta é a ocasião perfeita para encontrar os amigos, paquerar, ir a festas, bares ou boates. Mas, distante do Centro de Curitiba, em um barracão às margens da Linha Verde, no bairro Pinheirinho, o som que se ouve é diferente. O ritmo da música é conduzido pela sanfona e o que sobressai é o barulho das botas batendo no piso de madeira. São aproximadamente 30 crianças e adolescentes ensaiando danças típicas gaúchas naquele que foi o primeiro reduto dessa cultura fora do Rio Grande do Sul. Prestes a completar 50 anos de existência, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) 20 de Setembro trabalha não apenas para preservar a herança deixada pelos nativos dos pampas, mas especialmente para transmiti-la às gerações mais novas.


A história do primeiro CTG criado fora de território sul-rio-grandense começou em 1962, quando um grupo de gaúchos residentes em Curitiba decidiu se organizar para exercitar algumas de suas tradições, como a música, a dança, a declamação de versos e o churrasco. Sempre com a inconfundível indumentária, que inclui bombacha, botas, lenço no pescoço e chapéu. “Desde então ele veio crescendo, mais pessoas começaram a participar e hoje defendemos nossa cultura com unhas e dentes”, diz Cristiano Guilherme de Souza, patrão do CTG, que corresponde ao presidente de uma entidade.
Atualmente, fazem parte do 20 de Setembro cerca de 150 sócios, que mantêm um calendário contínuo de atividades, que inclui bailes, almoços com costela de chão e tertúlias, reuniões nas quais os participantes contam causos, recitam poesias, tocam e ouvem música típica. Tudo sempre acompanhado por uma cuia de chimarrão. E engana-se quem pensa que, para participar, é necessário ter nascido no Rio Grande do Sul. “Não precisa ser gaúcho para gostar da tradição”, ressalta Cristiano, catarinense que ingressou no centro há 20 anos e transmitiu a paixão ao filho (atual vice-patrão) e aos netos.


Silvana Parcianello é outro exemplo de gaúcha por opção. Nascida no Paraná, passou a nutrir admiração pelo tradicionalismo quando começou a frequentar os bailes organizados pelo CTG. “Eu nem conheço o Rio Grande do Sul, mas, desde a primeira vez que vi as pessoas dançando, achei lindo”, conta a prenda, termo usado para designar a mulher gaúcha. Para alcançar esse status, porém, é preciso passar por um apurado processo de seleção, que inclui prova teórica sobre a história e a cultura gaúcha, demonstrações de dança, canto, declamação, culinária e artesanato. Aos homens, ou peões, as exigências incluem preparar o lenço e provas campeiras, como encilhar o cavalo.


Dos fundadores do CTG, já não há mais nenhum participante, nem mesmo descendentes seus. O que não significa que os mais jovens tenham se desinteressado pelas tradições. Ao todo, 36 crianças e adolescentes participam das aulas de dança típica e disputam concursos realizados nos rodeios. Com apenas sete anos, Maria Luiza de Souza é um dos destaques. “Gosto de dançar e de declamar”, diz com uma timidez que contrasta com a desenvoltura nos ensaios.
História


2,5 mil centros estão espalhados pelo país


O primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) do Brasil foi fundado no ano de 1947 em Porto Alegre. No Paraná, após a criação do 20 de Setembro, as iniciativas se propagaram por todo o estado, chegando hoje a cerca de 150 centros distribuídos por vários municípios. Em todo o Brasil, calcula-se que haja em torno de 2,5 mil CTGs, além de alguns fora do país, nos Estados Unidos, Portugal, Japão, Paraguai e China.


O primeiro CTG do país foi idealizado por um grupo de oito jovens do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, que formaram um Departamento de Tradições Gaúchas. A ideia era se contrapor à influência da cultura norte-americana, valorizando as tradições locais. O grupo foi intitulado 35 Centro de Tradições Gaúchas, em alusão ao ano de início da Revolução Farroupilha, 1835.


O CTG é representado pelo galpão crioulo, onde se reúnem os peões e que serve também de sede de grandes eventos. Sua proposta é lembrar as grandes salas das estâncias, onde aconteciam as festividades da elite gaúcha. (AG)

Gazeta do Povo
Foto: Hugo Harada
Postado por Rogério Bastos às 05:40
Marcadores: Paraná

sexta-feira, 13 de abril de 2012

MTG/RS recebe visita de CTG dos EUA

Foi Na quinta-feira, dia 12 de abril, que Alcy José de Vargas Cheuiche chegou ao MTG com convidados muito especiais. Adelino Perin e sua esposa, que vieram de Chester, New Jersey (EUA), e foram recepcionados na sede do Movimento Tradicionalista Gaúcho pelo Presidente Erival Bertolini, o Vice Presidente da Fundação Cultural Gaúcha, João Pereira, os Vices Presidentes de Administração, Paulo Souza, e de Finanças, Edson Debom, o Presidente do IGTF, Rodi Borghetti, e o Presidente da CBTG, Manoelito Carlos Savaris.


Após assistirem um video, gravado nos festejos farroupilhas lá nos Estados Unidos, Perin foi homenageado recebendo presentes do MTG do Rio Grande do Sul, além de receber uma relíquia do governo do estado. Das mãos de Rodi Borghetti recebeu o título de Cônsul Honorário do RS nos Estados Unidos, homenagem que é dada aos gaúchos que vivem em outras querências mas que preservam a cultura do estado por onde passam.  


Perin e sua esposa Rosa, que em 1973 deixaram Nova Prata (ele, que é de Linha Garibaldi) e foram para os Estados Unidos, mantém uma forte ligação com o Brasil através das tradições gaúchas. Após as homenagens foram recepcionados com um delicioso feijão mexido e um carreteiro de charque na sede do MTG feito pelo Presidente Bertolini e pelo repentista Albeni Carmo de Oliveira.

Postado por Rogério Bastos às 05:01

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FCG/MTG-RS tem novo Vice Presidente

Os novos conselheiros da Fundação Cultural Gaúcha tomaram posse na noite do dia 28 de março. A vice-presidência até então comandada por Marcus Vinícius Falcão, agora está sob a responsabilidade de João Hermenegildo Pereira, de Novo Hamburgo, também Tesoureiro Geral do Movimento Tradicionalista Gaúcho, cargo que ocupa desde o 2011.


Criada em 1980, a FCG tem a finalidade de desenvolver a cultura popular, proporcionando ao MTG os meios e condições de sobrevivência. Ela está localizada em prédio próprio no Bairro Santo Antônio, em Porto Alegre. Além da parte administrativa, a sede conta com a loja, sempre presente nos eventos oficiais do Movimento, e com a Biblioteca Guilherme Schultz Filho.


João Hermenegildo nasceu no dia 23 de junho de 1956, na pequena localidade de Vila Esmeralda, 5º distrito de Vacaria. O tradicionalismo faz parte da sua vida desde muito cedo. Em Esmeralda, estreou no tiro de laço no quadro de laçadores “Brinquedo de Amigos”, “Lenço Branco”, “Sinuelo da Saudade” e  CTG Pioneiros do Laço. Na rotina diária, as lidas campeiras eram um ritual necessário para a sobrevivência em tempos difíceis. 


Em 1976 foi morar em São Leopoldo, para estudar na Unisinos. Quatro anos depois, obteve graduação em Matemática. Professor aposentado, nos últimos anos vem se dedicando ao tradicionalismo quase que em tempo integral. Exerceu a função de tesoureiro e vice-presidente da Associação Tradicionalista de Novo Hamburgo e coordenador da 30ª Região Tradicionalista.
Fonte: 
Jornal Eco da Tradição

Postado por Rogério Bastos às 10:22

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cronologia da história do RS 1822/1841

1822 – A 7 de setembro, o príncipe regente Pedro de Alcântara proclama a independência do Brasil, tornando-se o primeiro Imperador com o título de D. Pedro I.
1824 – Chegam ao Rio Grande do Sul os primeiros imigrantes alemães. Os 38 colonos são enviados para a Real Feitoria do Linho Cânhamo, atual São Leopoldo.
1827 – A 20 de fevereiro, ocorre a Batalha do Passo do Rosário, às margens do rio Santa Maria. O Marquês de Barbacena liderava as tropas brasileiras que depois de cinco horas de combate, retiraram-se do campo de batalha vencidas pelas tropas castelhanas que não perseguiram o Exército Imperial, preferindo retroceder.
1828 – O Estado Oriental do Uruguai alcança a independência após as negociações entre o Império Brasileiro e a Republica Argentina que resultaram na Convenção Preliminar da Paz, assinada em 27 de agosto de 1828.

1835 – A 20 de setembro, eclode a Revolução Farroupilha com a tomada de Porto Alegre pelas tropas lideradas por Onofre Pires e José Gomes Jardim.

1836 – A 11 de setembro, o coronel farrapo Antonio de Souza Netto, após derrotar o caramuru Silva Tavares nos campos do Seival, proclama a República Rio-grandense. No dia 2 de outubro, na Ilha do Fanfa, do rio Jacuí, Bento Gonçalves da Silva é preso com outros líderes farroupilhas. No dia 6 de novembro é instalado o governo da nova República, em Piratini, quando são eleitos o Presidente e os Vice-presidentes. Mesmo ausente Bento Gonçalves foi eleito Presidente.
1837 – Em setembro, com auxilio da maçonaria, Bento Gonçalves foge da prisão, no Forte do Mar em Salvador, Bahia.
1838 – Após a vitória farroupilha na Batalha do Barro Vermelho e a tomada de Rio Pardo, no dia 30 de abril, os farroupilhas prenderam uma banda de música de uma unidade militar imperial e determinaram que o mestre elaborasse um hino para os vencedores. O mestre Joaquim José de Mendanha compôs uma música que foi batizada como Hino Farroupilha, hoje é o Hino Rio-grandense.
1839 – Os farroupilhas organizam uma expedição para tomar Laguna. David Canabarro comanda a expedição que tem o apoio de Giuseppe Garibaldi, comandante da Marinha Farroupilha. Nessa ocasião Garibaldi fez transpor os lanchões Rio Pardo e Republicano, por terra, desde o rio Capivari até a foz do rio Tramandaí. Em 29 de julho foi proclamada a República Catarinense que teve curta duração, pois em novembro laguna foi retomada pelas forças imperiais. Neste mesmo ano os farroupilhas instalam a Capital em Caçapava do Sul, instalando-a em 14 de fevereiro, ali permanecendo até 22 de março de 1840.
1840 – Forma-se outro caminho de tropas, entre as Missões e São Paulo. A trilha não passava mais pelo nordeste gaúcho. De Cruz Alta, o caminho passava por Ijuí, Palmeira das Missões e cruzava a fronteira com Santa Catarina, por Nonoai, seguindo para Chapecó (SC), Guarapuava (PR), Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Sorocaba (SP).
1841 – Depois de perambular em carretas, a capital farroupilha é instalada em Alegrete.

Extraido da Obra
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 09:03

quarta-feira, 28 de março de 2012

Chama Crioula - Uma proposta internacional

Vou tentar contextualizar primeiro para nossos Tchênautas sobre a chama crioula. A importancia do fogo, sua simbologia, locais de acendimento e uma proposta que surge de internacionalizar o grande evento simbolico dos festejos dos Gauchos Rio Grandenses.
Uma fogueira sempre mexe com os nossos pensamentos. Um fogo de noite pode significar muita coisa. Pode ser um luau, pode ser magia... Todos nós temos uma história com o fogo. Tem gente que adora. Outros, morrem de medo. Por que será?

Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto. O fogo é fonte de luz e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo.

O fogo aquece nosso coração, ilumina as trevas da Noite e por isso tem importância em rituais de magia, é idolatrado por alguns, serve de inspiração para outros e ainda pode ser considerado símbolo da paixão. Como se vê, o fogo está sempre presente: não só como instrumento da Humanidade para dominar a Natureza, mas como símbolo de nossos próprios sonhos.

Na antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara a Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Hestia na cidade de Olímpia.

Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimónias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o previlégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício. O fogo era então mantido aceso durante os Jogos como homenagem a Zeus.

No Rio Grande do Sul, esse fogo simbólico é representado pela Chama Crioula, que nasceu no ano de 1947, em um momento conturbado da historia Brasileira e mundial. Era um período em que os Estados Unidos da América, que havia tirado vantagens da 2ª grande guerra, ditava a moda como centro irradiador das grandes novidades mundiais, espalhando seu capital, seu prestigio, mas principalmente sua cultura que era de “mudar”, “evoluir”, “desenvolver” reproduzir o modismo lançado que invadia a América.
Era o ano de 1947, quando é criado em Porto Alegre, no Colégio Júlio de Castilhos um Departamento de Tradições Gaúchas, com o objetivo de resgatar, preservar e proporcionar a revitalização das coisas tradicionais do Rio Grande do Sul, através da historia gaúcha. Naquele momento, um grupo de jovens ginasianos deste colégio, não ficaram sentados assistindo culturas alternativas invadirem o cerne cultural de nosso estado, e numa atitude de muita responsabilidade, oficiaram o presidente da Liga de Defesa Nacional, manifestando o desejo de fazer o acompanhamento dos restos mortais do General Farroupilha, David Canabarro, que era transladado ao Panteão riograndense, de à cavalo. Uma vez aceito pela Liga de Defesa, o mais difícil foi arregimentar cavalarianos para cumprirem o ato, onde podemos verificar que usar indumentária gaúcha naquele período era quase um “crime” perante a sociedade.
 
Sete de setembro de 1947, os oito jovens liderados por João Carlos D’Avilla Paixão Cortes, fizeram o primeiro desfile nas comemorações da semana da Pátria . Da pira, foi retirada uma centelha do Fogo Simbólico, acendendo o candeeiro crioulo e guardado no Colégio Julio de Castilhos, dando origem à nossa Chama Crioula, que simboliza o apego do gaúcho à sua terra, o seu nativismo, seu telurismo....

Chama Crioula no Rio Grande do Sul - Levantamento:

2001 - Guaíba, na fazenda de Gomes Jardim
2002 - Santa Maria, no centro do estado
2003 - Camaquã, na Chácara das Aguas Belas, de Barbosa Lessa
2004 - Erechim, no Recanto dos Tauras
2005 - Viamão, cidade fundamental na história do RS
2006 - São Gabriel, na Sanga da Bica, onde tombou Sepé Tiarayú
2007 - São Nicolau, 1ª redução e um dos 7 povos das missões
2008 - São Leopoldo, Terra de Colonização Alemã
2009 - São Lourenço, no casarão de Ana, irmã de Bento Gonçalves
2010 - Itaqui, o acendimento volta para a fronteira
2011 - Taquara, cinquentenário da Carta de Princípios

2012 - Venancio Aires - Capital Nacional do Chimarrão

Agora surge uma proposta incrivelmente fantástica... Nas comemorações dos 335 anos da fundação da Colonia do Santíssimo Sacramento, um acendimento de chama crioula internacional. É ou não é uma coisa maravilhosa? Poder ir ao uruguai, conhecer a colonia, viver a história, (fazer compras, ops, esse é efeito colateral), cavalgar no país co-irmão que tanto dizemos fazer parte da nossa cultura pampeana, do Genoma Pampa. O que você acha?
Postado por Rogério Bastos às 21:06

terça-feira, 27 de março de 2012

Presença da CBTG no Festival em Tacuarembó - URUGUAI

 Sr Pedro Couto, da Ordem dos Cavaleiros da CBTG enviou umas fotos do evento qeu participaram em Tacuarembó, no Uruguai.. A Presença de Dorvilio Calderan e dona Loiva, casal  presidente da CITG, valorizou o evento. Acompanhe nas fotos a participação da cavalaria Rio Grandense nos pagos Cisplatinos.
Fotos registram momentos importantes:
1 - Inauguração do monumento onde ficará eternamente acesa a chama crioula na cidade de Piratini, Rs, primeira capital farroupilha.
2 -  Chegando ao final da cavalgada Porto Alegre-Piratini, quando levamos a chama crioula para que nessa cidade fique acesa permanentemente por força de uma lei estadual - participei como comandante.
3 - Em frente ao parque de eventos da cidade de Piratini, no fim da cavalgada.
4 - Cavalgada das praias de S.Catarina - foto perto do Farol de Santa Marta
5 - Certificado Cavalgada para Tacuarembó - participei como comandante.
6 - Cavalgando pela Ruta-5
7 - Chegando a Tacuarembó, República Oriental do Uruguai
Postado por Rogério Bastos às 21:53

segunda-feira, 12 de março de 2012

CITG tem novo Presidente

Em reunião realizada neste último dia 9 de março, na cidade de Tacuarembó – Uruguai, entre a CBTG, a CGA (confederação Gaucha Argentina) e sociedades crioulas do Uruguai, foi escolhida a nova direção provisória da Confederação Internacional da Tradição Gaúcha – CITG.

Como Presidente, foi escolhido o tradicionalista Dorvilio José Calderan (ex-presidente da CBTG), com o próximo Congresso marcado para o mês de outurbo a ser realizado em Porto Alegre.

Representaram a CBTG o Presidente Manoelito Carlos Savaris, o ex-presidente Nei Zardo e a Diretora de Relações Internacionais Loiva Calderan. Na foto acima, da esquerda para a direita : Juan Carlos Balbi (Presidente da Federação Tradicionalista de Entre Rios- AR), Dorvilio Calderan (Presidente da CITG), Manoelito Savaris (Presidente da CBTG), Nei Zardo (Ex-presidente da CBTG e da CITG) e Carlos Arezo Posado (Diretor do Depart. de Cultura da Intendencia de Tacuarembo).
Postado por Rogério Bastos às 05:58

quinta-feira, 8 de março de 2012

Presidente da CBTG em reunião com MTG/SC


Roseni Aparecida Martinelli
Secretária MTG/SC

Presidente da CBTG, Manoelito Carlos Savaris, prepara-se para viajar, pois irá participar de uma reunião com a Diretoria Executiva do MTG/SC  dia 28/03/2012 as 14h. na secretaria do MTG, na Av. Luis de Camões S/N°, Parque de Exposições Bairro Conta Dinheiro, Lages/SC .
Postado por Rogério Bastos às 20:56

quarta-feira, 7 de março de 2012

Rodeio e Congresso do Mato Grosso do Sul

BUENO PESSOAL PASSANDO PRA DIVULGAR O RODEIO ARTISTICO DO MTG/MS

Local:CTG TROPEIROS DA QUERENCIA 
Cidade: CAMPO GRANDE/MS
Quando: 14 E 15 DE ABRIL.OBS: DIA 14 DE ABRIL CONGRESSO DO MTG /MS
DIA 15 DE ABRIL RODEIO ARTISTICO (DANÇAS TRADICIONAIS)
DESDE JA AGRADEÇO A OPORTUNIDADE DE PODER COMPARTILHAR COM TODOS VCS O NOSSO RODEIO ARTISTICO.


Recadinho pelo facebook de
Joao Fernando Fonseca
Postado por Rogério Bastos às 04:08

terça-feira, 6 de março de 2012

Cronologia da história do RS 1762/1821

1762 – Don Pedro Cevallos, governador argentino, invadiu a Colônia do Sacramento retomando-a para a coroa espanhola.

1763 – Cevallos invadiu Rio Grande, tomando, também, o Forte de Santa Tereza e a vila de São José do Norte.

1764 - Portugal proíbe a importação de mulas que eram trazidas da região do Prata o que incentiva a formação dos criatórios no Rio Grande. Portugal e Espanha se encontravam em guerra.

1773 – A 24 de julho, o governador do Continente de São Pedro, José Marcelino de Figueiredo, instala a capital no Porto dos Casais (antigo Porto de Viamão, rebatizado para Porto do Dorneles), trocando-lhe o nome para Porto Alegre.

1776 – Os espanhóis são expulsos de Rio Grande, mas invadem a Ilha de Santa Catarina.

1777 – Portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso. Por esse tratado, os espanhóis ficavam com a Colônia do Sacramento e com os Sete Povos das Missões, enquanto que Portugal retomava a Ilha de Santa Catarina e a Vila de Rio Grande.

1780 – Fundada a primeira charqueada, pelo cearense Domingos José Martins, em Pelotas. Os negros escravos entram maciçamente no Estado, para trabalhar nas charqueadas.

1801 – Os rio-grandenses José Borges do Canto, Manoel dos Santos Pedroso e Gabriel Ribeiro de Almeida tomam as Missões, expulsando os espanhóis. Com esta ação o Rio Grande ganha o atual mapa.

1807 - Por Carta de Lei de 19 de setembro, foi criada a Capitania de São Pedro, compreendendo todo o continente ao sul da capitania de São Paulo e ficando-lhe subordinado o governo a Ilha de Santa Catarina.

1809 – A 9 de outubro, toma posse o primeiro governador da Capitania de São Pedro, Dom Diogo Martim Afonso de Sousa Teles de Menezes. Neste ano são criadas as vilas de Santo Antônio da Patrulha e Rio Pardo. Com Rio Grande e Porto Alegre, as duas novas vilas completam os municípios da Província.

1812 – D. Diogo de Sousa, na condição de capitão-general, liderou o Exército Pacificador que tomou o Uruguai com o aparente objetivo de impedir que as lutas no Prata atingissem o nosso território.

1816 – Surge o Caminho Novo da Vacaria, ligando São Paulo às Missões, que cortava as regiões onde hoje se localizam os municípios de Cruz Alta, Passo Fundo, Lagoa Vermelha e Vacaria. De Vacaria ia a Lages (SC) onde se juntava ao Caminho de Viamão.

1817 – Em janeiro, o Tenente-General Carlos Frederico Lecor entrou triunfalmente em Montevidéu.

1821 – A Banda Oriental é incorporada ao Brasil, tomando o nome de Província Cisplatina.

Extraido da Obra
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 06:49
Marcadores: História

domingo, 4 de março de 2012

Fandango Gaucho em Danbury

É hora de lustrar o assoalho e engraxar o bigode, porque o Centro de Tradições Gaúchas Amigos do Rio Grande traz o Primeiro Fandango Gaúcho de Danbury. Amarra teu pingo e te abanca, porque vai ter churrasco, chimarrão e muita música. Venha ver como se dança e pratique com os gaúchos os passos das músicas tradicionais do Rio Grande do Sul.  Sempre tem um taura pachola para te ensinar os simples passos da vaneira ou fazer um sarandeio em um chamamé cortado, ou quem sabe uma valsa tangueada.


Te esperamos os viventes no dia 17 de março do corrente, a partir das 8 da noite, no Art’s & Party’s.

Ingressos antecipados tem brinde, informe-se no fone (203) 449-4860 ou no Facebook CTG Amigosdoriogrande.


Um quebra-costelas do tamanho do Brasil!!!!

José Sarmento
CTG Amigos do Rio Grande
Postado por Rogério Bastos às 18:50

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cronologia da história do RS 1732/1761

1732 – Entrega da primeira sesmaria no caminho das tropas, para o tropeiro Manoel Gonçalves Ribeiro, localizada junto ao rio Tramandaí. No ano de 1734 já havia 34 fazendas de criação de gado e mulas entre o rio Tramandaí e o canal do Rio Grande. Inicia o ciclo dos tropeiros quando Cristóvão Pereira de Abreu abriu o “Caminho de Viamão”, que começava onde hoje é Santo Antônio da Patrulha e cruzava os Campos de Cima da Serra, saindo do Estado por Bom Jesus e seguindo para Lages (SC), Mafra (SC), Lapa (PR), Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Sorocaba (SP). No mesmo ano foi distribuída a primeira sesmaria no Rio Grande, junto ao rio Tramandaí.
1734 – O Governador de Buenos Aires ataca a Colônia de Sacramento. Os portugueses, resistem por dois anos, até a chegada do Brigadeiro José da Silva Paes que faz recuar os castelhanos.
1737 – A 19 de fevereiro, a frota do Brigadeiro Silva Paes entra no canal de São Pedro, que liga a Laguna dos Patos ao Oceano Atlântico e constrói o Forte Jesus-Maria-José. Essa foi a primeira ocupação definitiva dos portugueses no território gaúcho. Neste mesmo ano é criado, em Rio Grande, o Corpo de Dragões, sob o comando do coronel Diogo Cardoso Osório.
1747 – A 17 de julho, fundada a vila de São Pedro do Rio Grande, junto ao forte construído por Silva Paes. No mesmo ano, a 7 de novembro, foi criada a Freguesia do Porto de Viamão, origem de Porto Alegre.
1750 – A 13 de janeiro, assinado o Tratado de Madrid, entre Portugal e Espanha. Esse tratado previa a troca da Colônia do Sacramento pelos Sete Povos das Missões. Começam a chegar os casais açorianos. Entre 1750 e 1754 chegaram quase 600 casais, totalizando 2278 pessoas.
1750 – Sorocaba, em São Paulo começa a promover a feira que vende mulas, cavalos e gado. Os animais abasteciam as minas e os canaviais do Sudeste do Brasil.
1752 – Início da demarcação da fronteira entre as terras portuguesas e espanholas na pampa gaúcha.
1754 – Os indígenas das Missões resistem à ordem de transmutação para a Colônia do Sacramento. O comandante português Gomes Freire marcha sobre as Missões, dando início à Guerra Guaranítica.
1756 – A 7 de fevereiro é morto o líder guarani Sepé Tiarayu, junto à Sanga da Bica, atualmente em área urbana de São Gabriel, por tropas portuguesas e espanholas. Três dias mais tarde trava-se a Batalha do Caiboaté. Neste episódio o exército guarani foi massacrado.
1761 – O Tratado de El Pardo anulou o Tratado de Madri. 

Extraído da Obra
Manuela do Tradicionalismo
Manoelito Carlos Savaris
Postado por Rogério Bastos às 13:20
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