domingo, 29 de abril de 2012

Inspeção para Rodeio Nacional de Campeões

O Presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, Manoelito Carlos Savaris, viajou acompanhado de membros da Diretoria da CBTG para inspecionar os locais candidatos a sediar o Rodeio Nacional de Campeões, Jogos Tradicionais e o FENART. 


Jataí (GO) e Sorriso (MT) foram os candidatos à sediar os eventos em 2013.


Paulo Lindner, Tesoureiro da CBTG, mandou informações via facebook,:


"A Diretoria da CBTG teve uma recepção acalorada pelos integrantes do CTG Recordado os Pagos. Um baita jantar acompanhado de uma tertúlia com os talentos do próprio CTG. Agradecemos o carinho."



Postado por Rogério Bastos às 07:09

domingo, 22 de abril de 2012

Cinquentenário do CTG Fronteira Campobelense - SC

No dia 21 de abril o Presidente da CBTG, Manoelito Savaris, e sua esposa Odila Paese Savaris, prestigiaram a festividade comemorativa do cinquentenário de existência do CTG Fronteira Campobelense do município de Campo Belo do Sul em Santa Catarina.

No evento estavam presentes, também o Secretário de Estado da Cultura, Turismo e Esporte de Santa Catarina, o Deputado Estadual Reno Caramori e o vice-presidente do MTG-SC Orides Pompeo.

Prestigiaram o evento várias entidades tradicionalistas com seus quadros de laçadores que realizaram uma bela integração

A Diretoria da CBTG Parabeniza aos integrantes do CTG aniversariante e ao MTG de Santa Catarina, em nome do Patrão Osni Antunes.
Postado por Rogério Bastos às 21:45

terça-feira, 17 de abril de 2012

No Paraná, aos 50 anos, CTG ainda conquista novas gerações

Centro de Tradições Gaúchas 20 de Setembro, o primeiro criado fora do Rio Grande do Sul, mantém viva tradição até entre os não-gaúchos


É noite de quinta-feira, véspera de feriado. Para muitos jovens esta é a ocasião perfeita para encontrar os amigos, paquerar, ir a festas, bares ou boates. Mas, distante do Centro de Curitiba, em um barracão às margens da Linha Verde, no bairro Pinheirinho, o som que se ouve é diferente. O ritmo da música é conduzido pela sanfona e o que sobressai é o barulho das botas batendo no piso de madeira. São aproximadamente 30 crianças e adolescentes ensaiando danças típicas gaúchas naquele que foi o primeiro reduto dessa cultura fora do Rio Grande do Sul. Prestes a completar 50 anos de existência, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) 20 de Setembro trabalha não apenas para preservar a herança deixada pelos nativos dos pampas, mas especialmente para transmiti-la às gerações mais novas.


A história do primeiro CTG criado fora de território sul-rio-grandense começou em 1962, quando um grupo de gaúchos residentes em Curitiba decidiu se organizar para exercitar algumas de suas tradições, como a música, a dança, a declamação de versos e o churrasco. Sempre com a inconfundível indumentária, que inclui bombacha, botas, lenço no pescoço e chapéu. “Desde então ele veio crescendo, mais pessoas começaram a participar e hoje defendemos nossa cultura com unhas e dentes”, diz Cristiano Guilherme de Souza, patrão do CTG, que corresponde ao presidente de uma entidade.
Atualmente, fazem parte do 20 de Setembro cerca de 150 sócios, que mantêm um calendário contínuo de atividades, que inclui bailes, almoços com costela de chão e tertúlias, reuniões nas quais os participantes contam causos, recitam poesias, tocam e ouvem música típica. Tudo sempre acompanhado por uma cuia de chimarrão. E engana-se quem pensa que, para participar, é necessário ter nascido no Rio Grande do Sul. “Não precisa ser gaúcho para gostar da tradição”, ressalta Cristiano, catarinense que ingressou no centro há 20 anos e transmitiu a paixão ao filho (atual vice-patrão) e aos netos.


Silvana Parcianello é outro exemplo de gaúcha por opção. Nascida no Paraná, passou a nutrir admiração pelo tradicionalismo quando começou a frequentar os bailes organizados pelo CTG. “Eu nem conheço o Rio Grande do Sul, mas, desde a primeira vez que vi as pessoas dançando, achei lindo”, conta a prenda, termo usado para designar a mulher gaúcha. Para alcançar esse status, porém, é preciso passar por um apurado processo de seleção, que inclui prova teórica sobre a história e a cultura gaúcha, demonstrações de dança, canto, declamação, culinária e artesanato. Aos homens, ou peões, as exigências incluem preparar o lenço e provas campeiras, como encilhar o cavalo.


Dos fundadores do CTG, já não há mais nenhum participante, nem mesmo descendentes seus. O que não significa que os mais jovens tenham se desinteressado pelas tradições. Ao todo, 36 crianças e adolescentes participam das aulas de dança típica e disputam concursos realizados nos rodeios. Com apenas sete anos, Maria Luiza de Souza é um dos destaques. “Gosto de dançar e de declamar”, diz com uma timidez que contrasta com a desenvoltura nos ensaios.
História


2,5 mil centros estão espalhados pelo país


O primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) do Brasil foi fundado no ano de 1947 em Porto Alegre. No Paraná, após a criação do 20 de Setembro, as iniciativas se propagaram por todo o estado, chegando hoje a cerca de 150 centros distribuídos por vários municípios. Em todo o Brasil, calcula-se que haja em torno de 2,5 mil CTGs, além de alguns fora do país, nos Estados Unidos, Portugal, Japão, Paraguai e China.


O primeiro CTG do país foi idealizado por um grupo de oito jovens do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, que formaram um Departamento de Tradições Gaúchas. A ideia era se contrapor à influência da cultura norte-americana, valorizando as tradições locais. O grupo foi intitulado 35 Centro de Tradições Gaúchas, em alusão ao ano de início da Revolução Farroupilha, 1835.


O CTG é representado pelo galpão crioulo, onde se reúnem os peões e que serve também de sede de grandes eventos. Sua proposta é lembrar as grandes salas das estâncias, onde aconteciam as festividades da elite gaúcha. (AG)

Gazeta do Povo
Foto: Hugo Harada
Postado por Rogério Bastos às 05:40
Marcadores: Paraná

sexta-feira, 13 de abril de 2012

MTG/RS recebe visita de CTG dos EUA

Foi Na quinta-feira, dia 12 de abril, que Alcy José de Vargas Cheuiche chegou ao MTG com convidados muito especiais. Adelino Perin e sua esposa, que vieram de Chester, New Jersey (EUA), e foram recepcionados na sede do Movimento Tradicionalista Gaúcho pelo Presidente Erival Bertolini, o Vice Presidente da Fundação Cultural Gaúcha, João Pereira, os Vices Presidentes de Administração, Paulo Souza, e de Finanças, Edson Debom, o Presidente do IGTF, Rodi Borghetti, e o Presidente da CBTG, Manoelito Carlos Savaris.


Após assistirem um video, gravado nos festejos farroupilhas lá nos Estados Unidos, Perin foi homenageado recebendo presentes do MTG do Rio Grande do Sul, além de receber uma relíquia do governo do estado. Das mãos de Rodi Borghetti recebeu o título de Cônsul Honorário do RS nos Estados Unidos, homenagem que é dada aos gaúchos que vivem em outras querências mas que preservam a cultura do estado por onde passam.  


Perin e sua esposa Rosa, que em 1973 deixaram Nova Prata (ele, que é de Linha Garibaldi) e foram para os Estados Unidos, mantém uma forte ligação com o Brasil através das tradições gaúchas. Após as homenagens foram recepcionados com um delicioso feijão mexido e um carreteiro de charque na sede do MTG feito pelo Presidente Bertolini e pelo repentista Albeni Carmo de Oliveira.

Postado por Rogério Bastos às 05:01

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FCG/MTG-RS tem novo Vice Presidente

Os novos conselheiros da Fundação Cultural Gaúcha tomaram posse na noite do dia 28 de março. A vice-presidência até então comandada por Marcus Vinícius Falcão, agora está sob a responsabilidade de João Hermenegildo Pereira, de Novo Hamburgo, também Tesoureiro Geral do Movimento Tradicionalista Gaúcho, cargo que ocupa desde o 2011.


Criada em 1980, a FCG tem a finalidade de desenvolver a cultura popular, proporcionando ao MTG os meios e condições de sobrevivência. Ela está localizada em prédio próprio no Bairro Santo Antônio, em Porto Alegre. Além da parte administrativa, a sede conta com a loja, sempre presente nos eventos oficiais do Movimento, e com a Biblioteca Guilherme Schultz Filho.


João Hermenegildo nasceu no dia 23 de junho de 1956, na pequena localidade de Vila Esmeralda, 5º distrito de Vacaria. O tradicionalismo faz parte da sua vida desde muito cedo. Em Esmeralda, estreou no tiro de laço no quadro de laçadores “Brinquedo de Amigos”, “Lenço Branco”, “Sinuelo da Saudade” e  CTG Pioneiros do Laço. Na rotina diária, as lidas campeiras eram um ritual necessário para a sobrevivência em tempos difíceis. 


Em 1976 foi morar em São Leopoldo, para estudar na Unisinos. Quatro anos depois, obteve graduação em Matemática. Professor aposentado, nos últimos anos vem se dedicando ao tradicionalismo quase que em tempo integral. Exerceu a função de tesoureiro e vice-presidente da Associação Tradicionalista de Novo Hamburgo e coordenador da 30ª Região Tradicionalista.
Fonte: 
Jornal Eco da Tradição

Postado por Rogério Bastos às 10:22

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cronologia da história do RS 1822/1841

1822 – A 7 de setembro, o príncipe regente Pedro de Alcântara proclama a independência do Brasil, tornando-se o primeiro Imperador com o título de D. Pedro I.
1824 – Chegam ao Rio Grande do Sul os primeiros imigrantes alemães. Os 38 colonos são enviados para a Real Feitoria do Linho Cânhamo, atual São Leopoldo.
1827 – A 20 de fevereiro, ocorre a Batalha do Passo do Rosário, às margens do rio Santa Maria. O Marquês de Barbacena liderava as tropas brasileiras que depois de cinco horas de combate, retiraram-se do campo de batalha vencidas pelas tropas castelhanas que não perseguiram o Exército Imperial, preferindo retroceder.
1828 – O Estado Oriental do Uruguai alcança a independência após as negociações entre o Império Brasileiro e a Republica Argentina que resultaram na Convenção Preliminar da Paz, assinada em 27 de agosto de 1828.

1835 – A 20 de setembro, eclode a Revolução Farroupilha com a tomada de Porto Alegre pelas tropas lideradas por Onofre Pires e José Gomes Jardim.

1836 – A 11 de setembro, o coronel farrapo Antonio de Souza Netto, após derrotar o caramuru Silva Tavares nos campos do Seival, proclama a República Rio-grandense. No dia 2 de outubro, na Ilha do Fanfa, do rio Jacuí, Bento Gonçalves da Silva é preso com outros líderes farroupilhas. No dia 6 de novembro é instalado o governo da nova República, em Piratini, quando são eleitos o Presidente e os Vice-presidentes. Mesmo ausente Bento Gonçalves foi eleito Presidente.
1837 – Em setembro, com auxilio da maçonaria, Bento Gonçalves foge da prisão, no Forte do Mar em Salvador, Bahia.
1838 – Após a vitória farroupilha na Batalha do Barro Vermelho e a tomada de Rio Pardo, no dia 30 de abril, os farroupilhas prenderam uma banda de música de uma unidade militar imperial e determinaram que o mestre elaborasse um hino para os vencedores. O mestre Joaquim José de Mendanha compôs uma música que foi batizada como Hino Farroupilha, hoje é o Hino Rio-grandense.
1839 – Os farroupilhas organizam uma expedição para tomar Laguna. David Canabarro comanda a expedição que tem o apoio de Giuseppe Garibaldi, comandante da Marinha Farroupilha. Nessa ocasião Garibaldi fez transpor os lanchões Rio Pardo e Republicano, por terra, desde o rio Capivari até a foz do rio Tramandaí. Em 29 de julho foi proclamada a República Catarinense que teve curta duração, pois em novembro laguna foi retomada pelas forças imperiais. Neste mesmo ano os farroupilhas instalam a Capital em Caçapava do Sul, instalando-a em 14 de fevereiro, ali permanecendo até 22 de março de 1840.
1840 – Forma-se outro caminho de tropas, entre as Missões e São Paulo. A trilha não passava mais pelo nordeste gaúcho. De Cruz Alta, o caminho passava por Ijuí, Palmeira das Missões e cruzava a fronteira com Santa Catarina, por Nonoai, seguindo para Chapecó (SC), Guarapuava (PR), Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Sorocaba (SP).
1841 – Depois de perambular em carretas, a capital farroupilha é instalada em Alegrete.

Extraido da Obra
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 09:03

quarta-feira, 28 de março de 2012

Chama Crioula - Uma proposta internacional

Vou tentar contextualizar primeiro para nossos Tchênautas sobre a chama crioula. A importancia do fogo, sua simbologia, locais de acendimento e uma proposta que surge de internacionalizar o grande evento simbolico dos festejos dos Gauchos Rio Grandenses.
Uma fogueira sempre mexe com os nossos pensamentos. Um fogo de noite pode significar muita coisa. Pode ser um luau, pode ser magia... Todos nós temos uma história com o fogo. Tem gente que adora. Outros, morrem de medo. Por que será?

Em todos os povos e culturas, o fogo sempre foi associado às forças espirituais. É símbolo da divindade e das chamas do inferno. Ao mesmo tempo, o fogo é, dos quatro elementos da natureza, o mais sutil. Afinal de contas é o único com o qual a gente não pode entrar em contato direto. O fogo é fonte de luz e nos aquece. Mas ninguém pode tomar banho no fogo, respirar fogo ou pegar fogo sem se ferir. O fogo fere porque ele é pura transformação. Nunca é igual, nem a si mesmo.

O fogo aquece nosso coração, ilumina as trevas da Noite e por isso tem importância em rituais de magia, é idolatrado por alguns, serve de inspiração para outros e ainda pode ser considerado símbolo da paixão. Como se vê, o fogo está sempre presente: não só como instrumento da Humanidade para dominar a Natureza, mas como símbolo de nossos próprios sonhos.

Na antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara a Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Hestia na cidade de Olímpia.

Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimónias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o previlégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício. O fogo era então mantido aceso durante os Jogos como homenagem a Zeus.

No Rio Grande do Sul, esse fogo simbólico é representado pela Chama Crioula, que nasceu no ano de 1947, em um momento conturbado da historia Brasileira e mundial. Era um período em que os Estados Unidos da América, que havia tirado vantagens da 2ª grande guerra, ditava a moda como centro irradiador das grandes novidades mundiais, espalhando seu capital, seu prestigio, mas principalmente sua cultura que era de “mudar”, “evoluir”, “desenvolver” reproduzir o modismo lançado que invadia a América.
Era o ano de 1947, quando é criado em Porto Alegre, no Colégio Júlio de Castilhos um Departamento de Tradições Gaúchas, com o objetivo de resgatar, preservar e proporcionar a revitalização das coisas tradicionais do Rio Grande do Sul, através da historia gaúcha. Naquele momento, um grupo de jovens ginasianos deste colégio, não ficaram sentados assistindo culturas alternativas invadirem o cerne cultural de nosso estado, e numa atitude de muita responsabilidade, oficiaram o presidente da Liga de Defesa Nacional, manifestando o desejo de fazer o acompanhamento dos restos mortais do General Farroupilha, David Canabarro, que era transladado ao Panteão riograndense, de à cavalo. Uma vez aceito pela Liga de Defesa, o mais difícil foi arregimentar cavalarianos para cumprirem o ato, onde podemos verificar que usar indumentária gaúcha naquele período era quase um “crime” perante a sociedade.
 
Sete de setembro de 1947, os oito jovens liderados por João Carlos D’Avilla Paixão Cortes, fizeram o primeiro desfile nas comemorações da semana da Pátria . Da pira, foi retirada uma centelha do Fogo Simbólico, acendendo o candeeiro crioulo e guardado no Colégio Julio de Castilhos, dando origem à nossa Chama Crioula, que simboliza o apego do gaúcho à sua terra, o seu nativismo, seu telurismo....

Chama Crioula no Rio Grande do Sul - Levantamento:

2001 - Guaíba, na fazenda de Gomes Jardim
2002 - Santa Maria, no centro do estado
2003 - Camaquã, na Chácara das Aguas Belas, de Barbosa Lessa
2004 - Erechim, no Recanto dos Tauras
2005 - Viamão, cidade fundamental na história do RS
2006 - São Gabriel, na Sanga da Bica, onde tombou Sepé Tiarayú
2007 - São Nicolau, 1ª redução e um dos 7 povos das missões
2008 - São Leopoldo, Terra de Colonização Alemã
2009 - São Lourenço, no casarão de Ana, irmã de Bento Gonçalves
2010 - Itaqui, o acendimento volta para a fronteira
2011 - Taquara, cinquentenário da Carta de Princípios

2012 - Venancio Aires - Capital Nacional do Chimarrão

Agora surge uma proposta incrivelmente fantástica... Nas comemorações dos 335 anos da fundação da Colonia do Santíssimo Sacramento, um acendimento de chama crioula internacional. É ou não é uma coisa maravilhosa? Poder ir ao uruguai, conhecer a colonia, viver a história, (fazer compras, ops, esse é efeito colateral), cavalgar no país co-irmão que tanto dizemos fazer parte da nossa cultura pampeana, do Genoma Pampa. O que você acha?
Postado por Rogério Bastos às 21:06

terça-feira, 27 de março de 2012

Presença da CBTG no Festival em Tacuarembó - URUGUAI

 Sr Pedro Couto, da Ordem dos Cavaleiros da CBTG enviou umas fotos do evento qeu participaram em Tacuarembó, no Uruguai.. A Presença de Dorvilio Calderan e dona Loiva, casal  presidente da CITG, valorizou o evento. Acompanhe nas fotos a participação da cavalaria Rio Grandense nos pagos Cisplatinos.
Fotos registram momentos importantes:
1 - Inauguração do monumento onde ficará eternamente acesa a chama crioula na cidade de Piratini, Rs, primeira capital farroupilha.
2 -  Chegando ao final da cavalgada Porto Alegre-Piratini, quando levamos a chama crioula para que nessa cidade fique acesa permanentemente por força de uma lei estadual - participei como comandante.
3 - Em frente ao parque de eventos da cidade de Piratini, no fim da cavalgada.
4 - Cavalgada das praias de S.Catarina - foto perto do Farol de Santa Marta
5 - Certificado Cavalgada para Tacuarembó - participei como comandante.
6 - Cavalgando pela Ruta-5
7 - Chegando a Tacuarembó, República Oriental do Uruguai
Postado por Rogério Bastos às 21:53

segunda-feira, 12 de março de 2012

CITG tem novo Presidente

Em reunião realizada neste último dia 9 de março, na cidade de Tacuarembó – Uruguai, entre a CBTG, a CGA (confederação Gaucha Argentina) e sociedades crioulas do Uruguai, foi escolhida a nova direção provisória da Confederação Internacional da Tradição Gaúcha – CITG.

Como Presidente, foi escolhido o tradicionalista Dorvilio José Calderan (ex-presidente da CBTG), com o próximo Congresso marcado para o mês de outurbo a ser realizado em Porto Alegre.

Representaram a CBTG o Presidente Manoelito Carlos Savaris, o ex-presidente Nei Zardo e a Diretora de Relações Internacionais Loiva Calderan. Na foto acima, da esquerda para a direita : Juan Carlos Balbi (Presidente da Federação Tradicionalista de Entre Rios- AR), Dorvilio Calderan (Presidente da CITG), Manoelito Savaris (Presidente da CBTG), Nei Zardo (Ex-presidente da CBTG e da CITG) e Carlos Arezo Posado (Diretor do Depart. de Cultura da Intendencia de Tacuarembo).
Postado por Rogério Bastos às 05:58

quinta-feira, 8 de março de 2012

Presidente da CBTG em reunião com MTG/SC


Roseni Aparecida Martinelli
Secretária MTG/SC

Presidente da CBTG, Manoelito Carlos Savaris, prepara-se para viajar, pois irá participar de uma reunião com a Diretoria Executiva do MTG/SC  dia 28/03/2012 as 14h. na secretaria do MTG, na Av. Luis de Camões S/N°, Parque de Exposições Bairro Conta Dinheiro, Lages/SC .
Postado por Rogério Bastos às 20:56

quarta-feira, 7 de março de 2012

Rodeio e Congresso do Mato Grosso do Sul

BUENO PESSOAL PASSANDO PRA DIVULGAR O RODEIO ARTISTICO DO MTG/MS

Local:CTG TROPEIROS DA QUERENCIA 
Cidade: CAMPO GRANDE/MS
Quando: 14 E 15 DE ABRIL.OBS: DIA 14 DE ABRIL CONGRESSO DO MTG /MS
DIA 15 DE ABRIL RODEIO ARTISTICO (DANÇAS TRADICIONAIS)
DESDE JA AGRADEÇO A OPORTUNIDADE DE PODER COMPARTILHAR COM TODOS VCS O NOSSO RODEIO ARTISTICO.


Recadinho pelo facebook de
Joao Fernando Fonseca
Postado por Rogério Bastos às 04:08

terça-feira, 6 de março de 2012

Cronologia da história do RS 1762/1821

1762 – Don Pedro Cevallos, governador argentino, invadiu a Colônia do Sacramento retomando-a para a coroa espanhola.

1763 – Cevallos invadiu Rio Grande, tomando, também, o Forte de Santa Tereza e a vila de São José do Norte.

1764 - Portugal proíbe a importação de mulas que eram trazidas da região do Prata o que incentiva a formação dos criatórios no Rio Grande. Portugal e Espanha se encontravam em guerra.

1773 – A 24 de julho, o governador do Continente de São Pedro, José Marcelino de Figueiredo, instala a capital no Porto dos Casais (antigo Porto de Viamão, rebatizado para Porto do Dorneles), trocando-lhe o nome para Porto Alegre.

1776 – Os espanhóis são expulsos de Rio Grande, mas invadem a Ilha de Santa Catarina.

1777 – Portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso. Por esse tratado, os espanhóis ficavam com a Colônia do Sacramento e com os Sete Povos das Missões, enquanto que Portugal retomava a Ilha de Santa Catarina e a Vila de Rio Grande.

1780 – Fundada a primeira charqueada, pelo cearense Domingos José Martins, em Pelotas. Os negros escravos entram maciçamente no Estado, para trabalhar nas charqueadas.

1801 – Os rio-grandenses José Borges do Canto, Manoel dos Santos Pedroso e Gabriel Ribeiro de Almeida tomam as Missões, expulsando os espanhóis. Com esta ação o Rio Grande ganha o atual mapa.

1807 - Por Carta de Lei de 19 de setembro, foi criada a Capitania de São Pedro, compreendendo todo o continente ao sul da capitania de São Paulo e ficando-lhe subordinado o governo a Ilha de Santa Catarina.

1809 – A 9 de outubro, toma posse o primeiro governador da Capitania de São Pedro, Dom Diogo Martim Afonso de Sousa Teles de Menezes. Neste ano são criadas as vilas de Santo Antônio da Patrulha e Rio Pardo. Com Rio Grande e Porto Alegre, as duas novas vilas completam os municípios da Província.

1812 – D. Diogo de Sousa, na condição de capitão-general, liderou o Exército Pacificador que tomou o Uruguai com o aparente objetivo de impedir que as lutas no Prata atingissem o nosso território.

1816 – Surge o Caminho Novo da Vacaria, ligando São Paulo às Missões, que cortava as regiões onde hoje se localizam os municípios de Cruz Alta, Passo Fundo, Lagoa Vermelha e Vacaria. De Vacaria ia a Lages (SC) onde se juntava ao Caminho de Viamão.

1817 – Em janeiro, o Tenente-General Carlos Frederico Lecor entrou triunfalmente em Montevidéu.

1821 – A Banda Oriental é incorporada ao Brasil, tomando o nome de Província Cisplatina.

Extraido da Obra
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 06:49
Marcadores: História

domingo, 4 de março de 2012

Fandango Gaucho em Danbury

É hora de lustrar o assoalho e engraxar o bigode, porque o Centro de Tradições Gaúchas Amigos do Rio Grande traz o Primeiro Fandango Gaúcho de Danbury. Amarra teu pingo e te abanca, porque vai ter churrasco, chimarrão e muita música. Venha ver como se dança e pratique com os gaúchos os passos das músicas tradicionais do Rio Grande do Sul.  Sempre tem um taura pachola para te ensinar os simples passos da vaneira ou fazer um sarandeio em um chamamé cortado, ou quem sabe uma valsa tangueada.


Te esperamos os viventes no dia 17 de março do corrente, a partir das 8 da noite, no Art’s & Party’s.

Ingressos antecipados tem brinde, informe-se no fone (203) 449-4860 ou no Facebook CTG Amigosdoriogrande.


Um quebra-costelas do tamanho do Brasil!!!!

José Sarmento
CTG Amigos do Rio Grande
Postado por Rogério Bastos às 18:50

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cronologia da história do RS 1732/1761

1732 – Entrega da primeira sesmaria no caminho das tropas, para o tropeiro Manoel Gonçalves Ribeiro, localizada junto ao rio Tramandaí. No ano de 1734 já havia 34 fazendas de criação de gado e mulas entre o rio Tramandaí e o canal do Rio Grande. Inicia o ciclo dos tropeiros quando Cristóvão Pereira de Abreu abriu o “Caminho de Viamão”, que começava onde hoje é Santo Antônio da Patrulha e cruzava os Campos de Cima da Serra, saindo do Estado por Bom Jesus e seguindo para Lages (SC), Mafra (SC), Lapa (PR), Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Sorocaba (SP). No mesmo ano foi distribuída a primeira sesmaria no Rio Grande, junto ao rio Tramandaí.
1734 – O Governador de Buenos Aires ataca a Colônia de Sacramento. Os portugueses, resistem por dois anos, até a chegada do Brigadeiro José da Silva Paes que faz recuar os castelhanos.
1737 – A 19 de fevereiro, a frota do Brigadeiro Silva Paes entra no canal de São Pedro, que liga a Laguna dos Patos ao Oceano Atlântico e constrói o Forte Jesus-Maria-José. Essa foi a primeira ocupação definitiva dos portugueses no território gaúcho. Neste mesmo ano é criado, em Rio Grande, o Corpo de Dragões, sob o comando do coronel Diogo Cardoso Osório.
1747 – A 17 de julho, fundada a vila de São Pedro do Rio Grande, junto ao forte construído por Silva Paes. No mesmo ano, a 7 de novembro, foi criada a Freguesia do Porto de Viamão, origem de Porto Alegre.
1750 – A 13 de janeiro, assinado o Tratado de Madrid, entre Portugal e Espanha. Esse tratado previa a troca da Colônia do Sacramento pelos Sete Povos das Missões. Começam a chegar os casais açorianos. Entre 1750 e 1754 chegaram quase 600 casais, totalizando 2278 pessoas.
1750 – Sorocaba, em São Paulo começa a promover a feira que vende mulas, cavalos e gado. Os animais abasteciam as minas e os canaviais do Sudeste do Brasil.
1752 – Início da demarcação da fronteira entre as terras portuguesas e espanholas na pampa gaúcha.
1754 – Os indígenas das Missões resistem à ordem de transmutação para a Colônia do Sacramento. O comandante português Gomes Freire marcha sobre as Missões, dando início à Guerra Guaranítica.
1756 – A 7 de fevereiro é morto o líder guarani Sepé Tiarayu, junto à Sanga da Bica, atualmente em área urbana de São Gabriel, por tropas portuguesas e espanholas. Três dias mais tarde trava-se a Batalha do Caiboaté. Neste episódio o exército guarani foi massacrado.
1761 – O Tratado de El Pardo anulou o Tratado de Madri. 

Extraído da Obra
Manuela do Tradicionalismo
Manoelito Carlos Savaris
Postado por Rogério Bastos às 13:20

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Nota de Falecimento: Cyra Dutra Ferreira

Nos deixou neste dia a pioneira das mulheres no tradicionalismo gaucho: Cyra Dutra Ferreira, esposa do saudoso Cyro Dutra Ferreira, que faleceu em agosto de 2005. Tia Cira, como era carinhosamente chamada pelas crianças e pelos jovens, quando sempre estava a dispoisição para palestras, foi homenageada com o troféu Mulher Farroupilha do Governo do estado do Rio Grande do Sul.

Com seu esposo, Cyro Ferreira, teve três filhos: Hélio, Caio e Isabel. O tradicionalismo gaucho está mais uma vez de luto.  A Confederação Brasileira da Tradição Gaucha, em nome de sua diretoria e federações associadas se solidarizam com a familia, neste momento de dor.

O Rio Grande chora a perda de um nome pioneiro em sua recente história. Nosssas condolências e pêsames aos familiares.
Postado por Rogério Bastos às 10:26

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Cronologia da história do RS 1635/1715

1635 – Saiu de São Paulo a bandeira chefiada por Raposo Tavares, que iniciou um processo acelerado de destruição das reduções rio-grandenses.
1637 – Foi a vez da bandeira chefiada por Fernão Dias Paes atacar as reduções.
1640 – O bandeirante Jerônimo Pedroso de Barros ataca as reduções e apreende grande quantidade de indígenas.
1641 – trava-se a primeira batalha em território gaúcho, entre bandeirantes e indígenas. A batalha do M’Bororé ocorreu na margens do rio Uruguai. Depois deste episódio, os jesuítas se retiraram do Rio Grande.
Entre 1641 e 1682 o território somente foi palmilhado por aventureiros e caçadores de gado que, solto, se reproduziu enormemente, formando a Vacaria do Mar. Os próprios índios, especialmente os do grupo pampeano, dedicaram-se à caça do gado chimarrão, do qual retiravam o couro para venda nas margens do rio da Prata.
1680 – Os portugueses, por Dom Manuel Lobo, construíram a Colônia do Santíssimo Sacramento, em frente à cidade de Buenos Aires, na margem esquerda do rio da Prata. Ainda em 1680 a fortaleza do Sacramento sofreu o primeiro ataque. Os índios missioneiros, liderados pelo General Antonio da Vera Mujica, que defendia os interesses espanhóis tomaram aquela povoação.
1681 – O Tratado Provisional (Tratado de Lisboa) restituiu a Colônia aos portugueses que a reergueram em 1883. A fortaleza foi reconstruída por Duarte Teixeira Chaves.
1682 – Retornam os padres jesuítas com o fim de fundar os Sete Povos das Missões. A primeira a ser construída foi a de São Francisco de Borja, pelo Pe. Francisco Garcia.
1687 – Os jesuítas constroem as Missões de São Nicolau, São Luiz Gonzaga e São Miguel Arcanjo (as ruínas desta Missão é reconhecida como Patrimônio da Humanidade, desde 1983).
1688 – Os portugueses fundam Laguna. Entre essa localidade e a Colônia do Sacramento iniciam as atividades tropeiras em função da Vacaria do Mar localizada no entremeio.
1690 – Surge a Missão de São Lourenço Mártir.
1697 – O Pe. Antonio Sepp funda a Missão de São João Batista. Os jesuítas escondem parte do gado chimarrão nos Campos de Cima da Serra, formando a Vacaria dos Pinhais.
1706 – A última Missão foi a de Santo Ângelo Custódio.
1704 – A Espanha declara guerra a Portugal e determina que seja atacada a fortaleza de Sacramento. Depois de cinco meses os portugueses abandonaram a Colônia.
         1715 – Pelo tratado de Utrech a Colônia do Sacramento volta ao domínio de Portugal.


Extraído do Livro
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Carlos Savaris
Postado por Rogério Bastos às 09:31

Portaria da Presidência da CBTG 02/2012

Postado por Rogério Bastos às 09:27

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Presidente da CBTG no Uruguai

Em viagem pelo exterior, o Presidente da CBTG, Manoelito Carlos Savaris,  enviou os pricipais destaques de sua viagem ao Uruguai:

1.       Reunião com a Diretora de Turismo (Mariela Zubizarreta Menna)  e um integrante da Sociedade Tradicionalista de Colonia del Sacramento (Nelson Chiazzaro) para tratar do possível acendimento da Chama Crioula em 2015 naquela cidade. A recepção foi ótima e prosseguiremos nas tratativas, incluindo a Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre (Colonia e Porto Alegre integram o grupo UTT de Mercocidades e a Rota Tchê, que incluem também Montevidéu e Maldonado. – dia 7 de fevereiro.

2.   Lançamento da Fiesta de La Patria Gaucha, de Taquarembó, no Parlamento Uruguaio, onde mantivemos vários contatos a respeito da Tradição Gaucha no Uruguai e da questão da CITG. Lá nos encontramos com o pesquisador e folclorista Uruguai Nieto e com a Cecilia Assunção de Barreto, filha de Fernando Assunção. Ali mesmo programamos uma reunião a ser realizada no dia 9 de março, em Taquarembó, para a qual serão convidados também os argentinos, especialmente o Presidente da Federação Argentina da Tradição Gaucha, Juan Caballero. – dia 8 de fevereiro;
3. Visita à Sociedade La Criolla, Elias Regulles, em Montevidéu, primeira sociedade do gênero nas Américas, fundada em maio de 1894. Fomos recebidos pela diretoria (12 pessoas) inclusive pelo Presidente Manuel Rodriguez Marshieri. Eles estarão presentes, também em Taquarembó no dia 9 de março.

As fotos são do lançamento no parlamento e do encontro na Sociedade Elias Regulles.
Postado por Rogério Bastos às 05:11

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Cronologia da História do RS

A partir da chegada dos padres jesuítas espanhóis, vindos da banda ocidental do rio Uruguai, inicia uma nova história para o Rio Grande do Sul. Antes desse momento há registros de contatos realizados por europeus na costa do território, sem que tivesse havido penetração no território. O período que antecede a chegada dos jesuítas pode ser considerada uma faze de Pré-história.

A primeira fase jesuítica – das reduções – se estende de 1626 a 1641.

1626 – Chega o Pe. Roque Gonzales de Santa Cruz que funda a primeira redução, São Nicolau, na margem esquerda do rio Uruguai, junto ao rio Piratini. No mesmo ano é fundada a redução de São Francisco Xavier.
1627 – Surge a redução de Candelária do Caaçapá, entre os rios Piratini e Ijuí.
1628 – Nesse ano fundam-se duas reduções: Nossa Senhora da Assunção às margens do rio Ijuí Grande e Todos os Santos que praticamente não chegou a ser construída.
1631 – Outras duas reduções: São Carlos do Capi, ao norte da atual cidade de Santo Ângelo e Apóstolos São Pedro e São Paulo, perto de São Carlos do Capi.

1632 – Mais quatro reduções: São Tomé, às margens do rio Jacuizinho; São Miguel, na margem direita do rio Ibicuí; São José, próxima a São Miguel; e Santa Teresa, no local onde esta localizada a cidade de Passo Fundo.

1633 – Surgem outras quatro reduções: Santa Ana, às margens do rio Jacuí; São Joaquim, na serra do Botucaraí; Natividade de Nossa Senhora, entre as vertentes dos rios Ivaí e Jacuí; Jesus-Maria, na margem direita do rio Pardo.
1634 – As últimas duas reduções: São Cosme e São Damião, na margem direita do rio Ibicuí; São Cristóvão, no lugar onde se localiza a cidade de Santa Cruz do Sul.

A redução dos indígenas criou a necessidade de provimento alimentar a fim de que pudesse haver a fixação em locais específicos. Os jesuítas implantaram novas técnicas de produção agrícola e introduziram o gado.

1634 – O padre Cristobal de Mendoza y Orellana (Cristóvão de Mendonça), acompanhado do Padre Pedro Romero, traz para o Rio Grande o gado (Franqueiro), distribuindo vacas e touros entre as reduções. Formaram-se as primeiras estâncias
Extraido do Livro
Manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 07:35

Datas Importantes de Fevereiro

1773 - Em 12 de fevereiro de 1761 é anulado o Tratado de Madrid e todas as convenções decorrentes do mesmo. O governador de Buenos Aires, D. João José Vertiz y Salcedo, em 1773, tenta retomar a ofensiva castelhana para expulsar os portugueses da Província de São Pedro do Sul.

Assim, marcha até os Cerros de Bagé e manda construir o Forte de Santa Tecla para servir de marco definitivo da posse dos espanhóis naquelas terras, sob seu poder, já dez anos antes
1630 – Investida de ocupação holandesa no Brasil (11/02/1630)
1917 – Marca a data da morte de Osvaldo Cruz (11/02/1917)
Postado por Rogério Bastos às 07:21

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Fogo de Chão

As longas e frias noites de inverno, nas primitivas tribos indígenas, levaram os nativos a descobrir o fogo de chão. Próximos de suas ocas construíam locais onde as famílias «uniam-se ao redor do fogo, alimentado pela tradicional lenha de angico. Um pai-de-fogo, guarda-fogo ou tição-mestre garantia a sobrevivência da fagulha calorosa, que aquecia o gelo das noites grandes. As brasas encandecentes eram um verdadeiro convite para o doce aconchego, quando o frio parecia congelar o ideal, a vida e o próprio tempo.


Ao redor do fogo de chão os homens contavam às crianças, suas aventuras do dia-a-dia. As mulheres falavam dos episódios acontecidos nos momentos solitários, enquanto os homens caçaram ou guerreavam. Eram passadas em revistas as mais belas lendas nativas. Mboitatá, Jarau, Angueras, etc. Sangrentas revoluções, entre nativos e colonizado rés. Lutas de posses e as maravílhas escaramuças conhecidas com a chegada do cavalo, figura máscula da coragem e predestinação.

As crianças disputavam as bijouterias trazidas pelos estrangeiros. Os adultos contavam suas mágoas e alegrias. Ninguém interrompia quem detinha a palavra, a não ser para um aparte ou pergunta. As lidas campeiras passaram a ser a temática central, enquanto o chimarrão corria de mão-em-mão. Era a seiva energética dessa convivência em comunhão.
O fogo de chão aquecia o sentimento nativo do mestiço, projetando-se no ideal campeiro do gaúcho. Ao seu aconchego desfilou a história dos primeiros passos da formação de nosso pago. O cavalo, o gado, as domas, as tropeadas, as carreteadas, os aramados, as marcações, etc. As carreiras de cancha reta, cujos cavalos, figuras centrais daquele mundo ermo, levavam em suas patas, os desvairados sonhos de enriquecer, no desfilar de alguns minutos. As estórias de carreteadas de muitos meses, vencendo serranias impressionantes e outras, cujas missões ficaram sepultadas nos terríveis despenhadeiros.

Os mais nativos usos e costumes foram aquecidos pelo fogo de chão, transmitidos de gerações a gerações, germinando o núcleo de nosso Folclore Gaúcho. Com o fogo de chão surgiu a charla. Os adultos retiravam-se, rodeavam as brasas entrincheiradas sob guarda-fogos, para as cnversações. Eram bate-papos sem solenidades ou formalismos, em forma de relatos ou troca de opiniões. Nas charlas é que foram tomadas as grandes decisões históricas de nossa terra.

Determinado momento, sob o calor do fogo, a concentração só era quebrada pelo ronco do mate-amargo. Nas chaleiras e nas cuias de porongo concentravam-se as atenções da espera do próximo chimarrão.
Nas charlas, como nas rodas de chimarrão, reinava a oportunidade equitativa entre peões e patrões. Todos esperavam che¬gar a sua vez para chupar a bomba de um chimarrão, assim co mo tinham o livre arbítrio para opinar sobre os assuntos em pauta.
Com a tradição do fogo de chão é que surgiram os galpões crioulos. Cobertos de capim, barreados, de pau-a-pique, táboas ou costaneiras, chão batido, os galpões de estâncias foram as sementeiras do Tradicionalismo.
No galpão, uma convivência efervescente, a cada noite, sob charla e fogo de chão, o tradicionalismo foi alicerçando seus parâmetros.

Para o gaúcho o galpão é uma instituição onde convivem supostos associados, compostos pelo pessoal da estância e seus visitantes. Muitas peças de nosso folclore nasceram dentro dos galpões. Cada galpão abriga um vasto património campeiro. São as utilizadas na vida campesina. Foi nos galpões que surgiu pura do posteiro, agregado da estância, encarregado de zelar pelos bens da propriedade.
ABC do Tradicionalismo
Salvador Lamberty
Postado por Rogério Bastos às 04:37

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Recado do MTG do Mato Grosso

Diretor de Divulgação do MTG-MT

O Movimento tradicionalista gaúcho de mato grosso, no dia 03 de dezembro de 2011, reuniu no CTG Chama da Tradição, localizado na cidade de Sapezal, no noroeste mato-grossense os tradicionalistas de todas as querências do estado, para discutirem sobre os andamentos do movimento para o próximo ano e para a realização do Congresso 2012 do MTG-MT e neste elegerem sua nova diretoria para o biênio 2012/2013, onde com amor e respeito à tradição, colocaram suas propostas em discussão.

Os presentes definiram que o FEMART 2012 será realizado na cidade de Querência, pertencente a 4ª Região Tradicionalistas, entre a segunda quinzena de julho e a primeira quinzena de agosto deste ano. Sobre o FEMART, foi discutida ainda, a reformulação do seu circuito, tendo a partir de 2012, a realização das etapas regionais, uma etapa estadual e a etapa final do FEMART, desmembrando o festival em várias etapas sendo que todas somam pontos buscando a classificação para o próximo FENART.

Outro assunto em discutição foi sobre a entidade que sediará o FENART 2013, Festival maior do tradicionalismo de nossa cultura, onde tivemos, no ultimo congresso realizado pela CBTG na cidade e Canoas-RS, a felicidade da indicação do Estado do Mato Grosso como candidato a sediar este evento. No congresso do MTG-MT, realizado em Sapezal – MT, duas cidades se colocaram como candidatas, a cidade de tangará da Serra, através do CTG Aliança da Serra, e a cidade de Sorriso, através do CTG Recordando os Pagos, das quais, a preferência ficou com Tangará da Serra que já havia colocado antecipadamente sua intenção e inclusive foi esta cidade a indicada em Canoas como candidata, pelo MTG-MT, a sediar o próximo FENART. O Patrão Hélio Giongo (CTG Aliança da Serra) juntamente com o Ex-Presidente do MTG-MT Henrique Ballejo, se comprometeram a não medir esforços na busca da confirmação do MTG-MT, junto a CBTG, como sede do FEMART 2013.

A nova diretoria do MTG-MT, eleita em Sapezal, através de seu presidente Nélio Jarbas Spolti, tem como objetivo de difundir, cultivar e zelar pela tradição gaúcha; com empenho, dedicação e respeito a todas as entidades para que o nosso movimento fortaleça, cresça e que a cada dia tenha mais participantes.

A diretoria conta com o auxilio e a confiança de todas as entidades do estado a fim de juntos construirmos um Movimento mais forte respeitado dentro e fora do Mato Grosso.

Com esse respeito o movimento vai crescendo e mantendo o intuído idealizado pelo patrono do movimento tradicionalista Cezimbra Jacques em todo o território mato-grossense.
Eduardo Busanello
Postado por Rogério Bastos às 14:47

O que são Mitos?

Os mitos são atemporais, não tem fixação no tempo e no espaço. São relatos que tentam explicar com argumentos do sobrenatural, do intangível, fenômenos que fogem à compreensão do homem.

Os mitos são passados de geração à geração, com eventuais acréscimos ou supressões de detalhes. Suas origens remontam a um tempo em que a ciência não oferecia explicações convincentes para os fenômenos da natureza.

O Dulúvio é um mito da água. A criação do homem e da mulher é um mito da criação humana. Alguns mitos dão origem a lendas, como o mito do fogo que origina a lenda do Mboitatá.
Encontramos frequentemente, mitos sendo citados como lendas e vice-versa. Isso não tem muita importância prática. Trata-se mais de uma divisão didática do que uma necessidade real. De alguma forma, tanto as lendas quanto os mitos, são fruto da imaginação do ser humano, de seus medos, de suas crenças e da sua condição insuficiente para explicar tudo o que ocorre a sua volta: é um reconhecimento da sua limitação e pequenez diante da grandiosidade do universo.

Extraido do livro
manual do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 06:42
Marcadores: Mitos

O que são lendas?

As lendas são histórias contadas pelo povo. A lenda é local e se localiza no tempo. As lendas são um depoimento que o povo faz sobre si mesmo e para si mesmo. É como se estivesse diante do espelho.

A lenda é uma narração escrita ou oral, de caráter maravilhoso, na qual os fatos históricos são deformados pela imaginação popular ou pela imaginação poética. Uma lenda pode ter origem num mito.

Extraido do Livro
Manual  do Tradicionalismo
Manoelito Savaris
Postado por Rogério Bastos às 06:41
Marcadores: lendas

sábado, 21 de janeiro de 2012

Cordel analisa o BBB

Antonio Barreto

Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.
Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.
Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.
Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia. Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de
vários títulos ainda inéditos. Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas,
xotes e baiões. Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bial
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal
Postado por Rogério Bastos às 08:38

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mariana Mallmann recebe convite da CBTG

Mariana Graziela Mallmannn, ex-Prenda do RS, foi convidada a assumir a diretoria de Cultura da Confederação. Em seu blog pessoal ( Entretantos) Mariana faz uma analise de sua vida no tradicionalismo e conclui com a aceitação ao convite. Oficialização deve acontecer logo. Veja o texto:
"Entre um pensamento e outro, hoje, dei-me conta que, em setembro, completo 20 anos como tradicionalista. Tudo bem, para muitos pode não significar nada, afinal, o que tem demais ser tradicionalista em um mundo com tantas opções? Não seria apenas mais uma opção? Para mim, é simples de explicar: filosofia de vida. É assim que defino o meu envolvimento com o tradicionalismo organizado desde os sete anos. Lembro com muita clareza o primeiro dia em que sai de casa para ir ao CTG, acompanhada de meu pai. Óbvio, não tinha a mínima ideia de que aquela brincadeira se transformaria em algo sério.

Como grande parte das crianças, entrei para participar do grupo de danças. E assim foi por muito tempo, mais precisamente até 2006. Diferente de muitos pequenos e grandinhos, porém, interessei-me por outro departamento do tradicionalismo. Sim, no tradicionalismo também temos os "nichos" - artístico, cultural e campeiro. Então, frequentando há apenas três meses uma entidade participei do tal concurso de prendas. Aprendi a declamar e cantar (bem mais ou menos), estudei alguns itens básicos, montei um mísero relatório de vivência, decorei a oratória e, claro, mandamos fazer, sob o olhar dedicado de minha mãe, um vestido de prenda. Foi assim que tudo começou há nada mais, nada menos, do que quase duas décadas.

Como uma criança que engatinha, dá os primeiros passos e aprende a falar, aos poucos, fui evoluindo. Da minha forma, descobri o significado de tudo que vivenciamos dentro de um CTG, o porquê de cada manifestação, o sistema que envolve a organização Movimento Tradicionalista Gaúcho e, o mais importante ao meu ver, o nosso papel enquanto responsáveis pela divulgação e preservação da nossa cultura. Com isto, só não mergulhei no mundo dos campeiros. Ou seja, fui dançarina, declamadora, concorrente no Enart, 2ª Prenda Juvenil e 1ª Prenda do Rio Grande do Sul, palestrante, avaliadora de Indumentária e de concursos de prendas e peões e diretora dos departamentos de Pesquisa e Difusão Cultural e de Comunicadores do MTG.

Agora, à convite do presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), Sr. Manoelito Savaris, recebi a incumbência de trabalhar (talvez a maior até então) mais um pouquinho em prol desta minha filosofia de vida, como Diretora de Cultura da CBTG. Aceitei ao chamado, não para somar mais um cargo ao meu currículo tradicionalista, pois nem o defino assim, para mim encargo é melhor definição, mas porque acredito sim que posso, com o conhecimento adquirido nos últimos 20 anos, contribuir com os tradicionalistas brasileiros. Tradicionalistas estes que passei a admirar nestas tantas andanças e que muito contribuíram para a minha compreensão e entendimento em relação a muitos assuntos.

Considero este desafio um reconhecimento, por isto, agradeço a confiança do presidente Savaris, que já confiou em mim em outras oportunidades, e prometo tentar desenvolver um trabalho à altura da Confederação. Com a colaboração dos representantes dos estados, o objetivo é, nos próximos dois anos, fortalecer as demandas da área cultural, que não são poucas (concursos, palestras, seminários, indumentária, pesquisas e outros). O planejamento está em fase de montagem e, após aprovação, será hora de arregaçar as mangas e, literalmente, vestir a camiseta. Espero conseguirmos formar um grupo de trabalho parceiro e comprometido."
Postado por Rogério Bastos às 10:02
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